Poematernar

400 dias do Tom

A cada dia sei mais disto:

Melhor definição de mãe

É padecer no paraíso

Não existe mar de rosas

Na real maternidade

Só entende quem enfrenta

Essa tal realidade

E não dá pra ter descanso,

É uma função vitalícia

Pela vida desfrutando

Ora dor, ora delícia

Muda a vida, tudo passa

A ser entrega, doação

O filho a tudo ocupa:

Corpo, mente, coração

Isso sem falar do tempo

Que não nos pertence mais

Dormir uma noite toda?

Acho que é pedir demais

Mas há frestas de momentos

Destas em que o tempo para

Ter o filho em seu colo

A isso nada se equipara

E ver o seu crescimento

A cada dia, passo a passo

Faz tudo valer a pena

E manda embora o cansaço

E senti-lo junto ao peito

O colo, o laço, o olhar

Nutrir com nossas entranhas

Que potência é amamentar!

Vê-lo crescendo e, aos poucos,

Menos precisar da gente

Quer andar, ganhar o mundo

Tornar-se independente

Cada passo ou palavra

Cada novo aprender

Traz-me todo o entendimento:

Pra isso é que quero viver

Pra seguir sempre ao teu lado

Sobre a vida te ensinar

E quando não for possível

Te ajudar a levantar

É um sentimento tão forte

Chega a doer, tão profundo

Tudo se torna clichê  

Frente ao maior amor do mundo.

Janira Alencar é mãe do Tom, de 1 ano

A vida em Quixadá

Lugar dos sonhos de muitos aventureiros, como eu. Para quem estuda a nossa geografia, nossa geologia, nosso planeta, para os que voam livre, para os que buscam as altitudes e belas vistas para onde as trilhas levam, para escaladores sedentos por adrenalina, ciclistas amadores e profissionais e até patinadores, como eu, descobri que habitam por aqui.  Quixadá é o #lugar. Essa pequena grande cidade, localizada no meio do nosso Ceará, é atualmente meu lar e tem sido maravilhoso estar aqui.  

Se por um lado as cidades transmitem um certo pesar devido ao fato de serem, em sua concepção, um lugar onde se evidenciam as desigualdades, por outro, elas são lugares de diversidade e de possibilidades. Curtir a cidade como se ela fosse um grande parque de diversões é um sentimento indescritível. Só quem o faz sabe do que estou falando. Muitas cidades têm potencial para ser um parque ao ar livre, oferecendo aos indivíduos que nelas vivem opções para a prática de uma variedade de esportes e outras atividades de lazer.

Desde muito miúdo tenho parentes e amigos no município e, na infância, vivi algumas temporadas/semestres por aqui. Se para um “eu criança” tudo o que a vista conseguia alcançar neste #lugar já era fantástico, hoje, com vinte e sete anos, nada mudou aos meus olhos. Continuo encantado, sempre me deleitando com as belas paisagens naturais de Quixadá.  

Há cerca de seis meses cheguei aqui com a intenção de ficar uma temporada indefinida. Sempre me agradou a ideia de viver num lugar que me possibitasse a conexão com a natureza, que considero como uma das formas de conexão com o divino. A natureza como uma parte de tudo que existe é, sem dúvida, um dos maiores exemplos de que a vida não se resume à humanidade que habita o planeta Terra. Algo imensurável e inexplicável rege nossa existência. 

De volta à vida prática, durante a semana tenho produzido pães e, recentemente, me lancei como instrutor de patinação, fazendo jus ao ser multipotencial que sou, expandindo assim minhas possibilidades, meus fazeres. Além disso, trilhas a pé e treinos/passeios de bicicleta preenchem de muita contemplação os meus dias. E o que sem dúvidas não pode faltar na minha semana é a patinação. Patinar é uma das atividades que mais me renova o espírito. Uma dose essencial de vida para o meu corpo e mente. 

Além de tudo, Quixadá tem se mostrado como o melhor cenário até hoje para o meu negócio, o @PãodoJean. Sou grato por trabalhar com o que amo fazer. Grato por conquistar uma clientela que se mantém fiel, em constante expansão. Para além de ganhar meu sustento, quero mesmo é impactar a sociedade de forma positiva e nada mais digno do que a intenção de promover saúde através do alimento que produzo.  

Um pequeno negócio com aspirações grandiosas. Além dos pães integrais, os recheados e os de côco, tenho estudado outras duas receitas para disponibilizar no menu: já lançada e fazendo sucesso com a clientela, tenho feito uma deliciosa torta de banana chamada  banoffe, que consiste em uma base de biscoito crocante seguida de três camadas que formam a perfeita combinação entre sabores e texturas: (1) doce de leite caseiro, (2) bananas maduras e (3) chantily, também caseiro, feito do puro creme de leite fresco. Ainda não lançada oficialmente, outra receita que promete fazer sucesso no meu cardápio é o  pão de mel  com as especiarias cravo, canela e noz moscada que dão um sabor especial e super marcante; além de ser recheado com doce de leite e coberto com chocolate.  

Estar na cidade e, ao mesmo tempo, estar no interior, no sertão, que sempre foi meu lugar de origem, é uma sensação de estar verdadeiramente em casa. Não havia pensado que, ao longo de todos esses anos em que vivo, seria tão cativado por um lugar como estou sendo por Quixadá. Aqui tenho amigos e família muito próximos. E apesar de ter amigos-família em tantos cantos do mundo, sinto que estou conectado com estes de forma permanente, pois o que nos mantém unidos é muito forte e nada pode alterar essa lei.   

Sou profundamente grato por ser quem sou e por ter sempre tantas pessoas maravilhosas ao meu redor, em meus círculos, além de tantas coisas boas, verdadeiras bênçãos, me acontecendo. Apesar de serem tempos de lutos e de lutas mais severas que nunca na nossa história recente, anseio fortemente, depois que tudo isso se der por resolvido, pelos nossos [re]encontros, pelos nossos próximos abraços, pelos olhares nos olhos que fazem brilhar as vistas, pelas palavras fraternas que nos fazem querer viver para viver o amor.   

Deixo aqui um video mostrando um pouco disso tudo.

A vida em Quixadá

Cozinhar – Ritual De Vida

Por Leila Castro

Carne, cenoura, tomate, batata, alface, espinafre, papa, pasta de amendoim, batata palha, cebola, azeite, ovos, sal, temperos, rúcula, pimentões, de todas as cores, cheiro verde, salsa, creme de leite, brócolis, molho de tomate, arroz, queijos dos mais diversos tipos, uma garrafa de vinho… Música, incensos, colheres caindo no chão, cheiro de refogado e uma alegria que há tempos não existia nesse lar, que agora podia ser assim chamado. 

Tudo continuava do mesmo jeito, mas eu havia mudado.

Leila de avental, toda suja de tudo, procurando coisas nos sacos, deve ter esquecido algo indispensável, ela não parece ligar muito, ali na sua frente tem muitas coisas das quais ela adora, o que falta pode ser facilmente substituído. Enquanto corta a cebola, chora, quando corta o pimentão sorri, canta auto e rodopia. Diverte-se.

Jogando tudo nas panelas, olha o relógio e segue pro quarto onde abre o armário e o admira, qual será a melhor roupa? Como ela quer ser vista hoje? Arruma-se rapidamente e retorna à cozinha, o jantar está pronto e cheira bem, ela muda a música, Bolero de Ravel é a opção para o jantar. Ela degusta sua refeição, sorrir e festeja-se. Era sua comida com seu gosto pela vida, era ela digerindo seu trabalho e cuidado, digerindo-se. Nem mais e nem menos sal. 

A última taça de vinho. Ela se deita na poltrona e resolve deixar a internet e suas grandes escolhas para o dia seguinte. Convence-se dizendo:

– amanhã é domingo e domingo é um bom dia para se decidir a vida. Hoje já absorvi muitas mudanças, preciso dormir um pouquinho…

Sobre desrespeito à identidade de gênero…

Por Alicia Pietá

Se alguém usa todos os signos e símbolos de um determinado gênero, ou não usa mas pede pra ser tratada(o) como tal, qual a dificuldade?


Eu vivo essa chatice a um certo tempo , mesmo depois da minha prótese, por exemplo, ainda me deparo com situações desrespeitosas como essa, o ELE ao meu ver não se justifica! Nenhuma dessas desculpas “Ah é novo pra mim”, “eu não entendo sobre isso”, “estou me acostumando”, “ah mas não se operou ainda”… NÃO cola!


Já ouvi/li mil “justificativas” e justamente nesse momento social, com tanta informação e multiplicidade de pessoas é que eu entendo como preguiça desses que usam as tais desculpinhas, apenas acomodam-se, não vejo empatia nenhuma de uma pessoa que se nega a compreender e respeitar, por que sim é um desrespeito, eu simplesmente me nego a ter qualquer contato com gente desse tipo.


Então o grande problema é ficar dando desculpas pra algo óbvio e simples, somente.
Trabalho com esse tema, VIVENCIO dia a dia.

Você sabe o que é Axé?

“A Carta do Dia” é uma coletânea de textos curtos com mensagens de minha autoria, publicadas diariamente no Caderno Buchicho do Jornal o Povo, entre os anos de 2003 e 2015. Nesses tempos de isolamento e novas escritas, as gavetas da memória abriram e deu vontade de rever e compartilhar com #lugarartevistas esses anos de afetos e muita gratidão, graças a escrita… #acartadodia

Diferente do que muita gente pensa, o Axé não tem somente a ver com music, com dança, com garrafa, nem só menos com carnaval. O Àse em Yoruba ou Axé em português, é a energia vital que todo indivíduo trás a vida para realizar. A cultura yorubá diz que “o homem vem a Ilu Aiye, o Planeta Terra, para realizar, para fazer algo, para deixar sua marca e sua lembrança. É assim que ele será recordado por sua descendência, através de suas realizações.” Axé é o poder na natureza e em cada um de nós para fazer a vida existir e as coisas acontecerem. A Filosofia também fala através de Nietzsche de algo semelhante, na “Vontade de Potência”, que aqui de forma bem simplista diria que também se refere a essa energia de impulso que anima e que é a própria essência de toda a realidade. O Axé é assim, pode ser sentido naquilo que colocamos energia para realizar ou viver, naquilo que nos move e impulsiona, onde projetamos a nossa fé… Dizer “Muito Axé!” para alguém, significa pedir à deusa, aos deuses que deem energia, saúde, animo e vitalidade para que seja possível realizar o que precisa, com Vontade, Amor e desejo de Paz. Sendo assim, “Muito AXÉ pra você!!!”

CARTA DO DIA 25/08/09

Desafios chegam para serem vividos

Por Roberta Bonfim

Parei de enfrentar a vida já faz um tempo. Mas, tenho um ego forte, então é cotidiano o desafio de colocar o que penso debaixo do tapete a fim de não gerar um caso, de não polemizar, ou abrir mão desse papel de legal que conquistei depois de anos de piadas mal contadas, em um corpo gordinho. E olha que ainda levo de doida, ou doidinha por tá fora dos padrões. Há quem diga que sou espontânea, mas eu que sei o quanto me pondero sobre e quando falo.

Criou-se inclusive uma fama sobre mim de ser bastante chata e exigente, eu que sempre trabalhei muito mais que o meu trabalho de fato peço e provoco para que façamos mais que só a nossa parte. Mesmo porque quem define isso no contexto do existir? Quem fez essa divisão? 

Essa semana foi mais difícil do que de costume, pra começar vivi o susto da possibilidade de um incêndio. Na terça passada. Deixo aqui um texto sobre essa vivência. 

Terror nas Escadas

Ontem vivi o que eu já havia sonhado, mesmo assim o ontem mexeu comigo.

A bem da verdade como o resto da sociedade ando bem remexida por dentro e isso com o ontem me levam a pensar sobre as nossas reais prioridades!

Ontem foi só um susto! E são agoras lembranças que vou compartilhar para elas saírem de mim.

Eu já dormia, ontem tinha sido um dia de muitas demandas e emoções, coloquei minha filha pra dormir e fui com ela ao encontro de Morfeu, quando ouvi um alarme bem alto, o primeiro chamado deve ter me acordado, e eu agradeci pelo sono leve no ato. Me levantei, tentei entender do que se tratava e logo percebi que era o alarme de incêndio, vesti um short rápido, peguei a bolsa e disse as gatas que estava tudo bem e torci para que estivesse. A vizinha bateu forte na porta perguntando o que era e eu disse com uma tranquilidade assustadora que era o alarme de incêndio e que precisávamos descer. Ela saiu gritando e eu desisti de acordar Ana Luna a peguei no colo ainda sonolenta coloquei a máscara sem tirar o tapa olho e segui descendo as escadas. E foi nas escadas que senti mais uma vez a tal quebra do tempo espaço que eu havia citado de tarde e que já conhecia de outros momentos latentes da vida.

Passos rápidos na escada, minha filha acordou ainda de tapa olhos, e em movimento e ensaiou chorar e eu dizendo “Tá tudo bem meu bem! Quer que mamãe vá mais devagar? Mamãe vai! eu dizia sem alterar a velocidade dos pés que descia o mais rápido que eu conseguia eu falava lentamente, enquanto descia rápido os 14 andares. Quem passava ou saia das portas de emergência me ouviam também, ouviam algo. Eu observava e via animais correndo do suposto fogo e não sei exatamente se na hora ou no processo a memória global me traz a mente e a alma a dor da Amazônia. Pensei nos indígenas vendo suas aldeias queimadas e correndo para se manterem vivos. Os bichos correndo pela sobrevivência, abandonando seu bando para sobreviver. Pensava nisso e nas gatas que não consegui levar e isso mexeu muito comigo. Em caso de incêndio eu só salvo a mim e mais um (minha filha) . Descobri isso ontem! Havia medo descendo as escadas, senhoras, crianças, outras mães como eu carregando sua cria no colo. 

E mesmo  e apesar do meu espírito dizer que estava tudo, havia o medo entre os andares com a luz sépia. Eu buscava e não identificava o calor e isso era uma tranquilidade. 

Todos desciam correndo, ninguém falava nada. O alarme de incêndio ainda ecoa agora na minha cabeça. E o pensamento de que somos bichos muito indefesos e amamos a vida! Mesmo com medo da possibilidade do fogo quase todes estavam de máscara. O que comprova a rapidez do pensamento e nossa capacidade auto defesa.

E por aqui em mim o que fica e reverbera é a relação com a prioridade, e sobre o que de fato preciso. 

Compartilho esse texto pois precisei dele para perceber e aceitar que foi só um susto e tudo segue. Amém!

………

Na quarta tivemos a estreia linda do Poço de Afetos com Sabrina Lima e Pedro Sami em um papo cheio de afeto e responsabilidades pelo Poço da Draga. 

Na quinta não tivemos Conversa Entre Nós, Silvia Helena que o apresenta tá precisando ficar off e desmarcamos mais até que ela volte vou ficar recepcionando seus convidados.E a sexta foi cheia de emoção. Dinha deixou sua linda arte como presente às Mães do Poço da Draga. Conseguimos também fazer as entregas às 10 famílias apoiadas, E você pode apoiar também.

De noite entrou o papo com o maravilhoso Nirton Venâncio, falando sobre o Pessoal do Ceará , poesia, histórias da cidade. papo maravilhoso como bem gosta Marta Aurélia.

No sábado teve Mentalizando Mapas Culturais com a apresentadora, a mais coisada desse canal, Ivina Passos é inspiração e recebeu o Cosmo e o Festival Galhofo. E foi um doce encontro de relações e boas histórias.

O domingo foi dia das mães e estreamos o programa com mais sabor do canal. Até o Caroço apresentado por Kerla Alencar, com a parceria da Occa Cultura Alimentar para conversar com cozinheiras autodidatas que amam a cozinha. E foi incrível começar com histórias do São Sebastião.

Ontem tive a missão de apresentar a Lugar ArteVistas e consegui, em partes, eu acho. E não estou certa se me fiz entender. Mas, ouvi coisas bonitas e sou grata pela chance de poder tentar apresentar. Ontem também tive um papo potente com Beto Lemos, João Furtado e Pedro Orlando. E foi incrível. Sai renovada para mais uma semana.

E ainda teve a Materna – um papo sobre maternidade com Alana Alencar, que deixou seu texto aqui neste blog que tá cada vez mais lindo e potente. 

E vamos que vamos que agora preciso entrar no grupo de estudo.

Benjamim.

– Mãe, acordei triste!

– O que houve, filhote?

– Eu tentei acordar antes do sol… tentei pegá-lo de presente para você. Não consegui.

Ainda com esse pequeno diálogo martelando na minha cabeça, percebo que meu filho ainda não se deu conta de que ele é o próprio sol… E que, por isso mesmo, já se faz na minha vida como alimento do presente. Vê-lo acordar, fantasiar, criar, crescer, rir, pensar, se emocionar… é o que mais se aproxima do que eu poderia chamar de verdadeira felicidade. Saber que nele há vida pulsante, que sente e que diz dele em relação com o mundo.

Benjamim só tem oito anos mas, desde que nasceu, me provoca pensar filosoficamente sobre as arestas da vida, sobre esse imenso que é ser mãe. A primeira questão foi quando, surpreendentemente, ele me disse que, crescendo, seria uma Nuvem. Parei. Refleti… ele tinha razão. Ele vai Acontecer. Certamente que, em alguns dias, estará humanamente nublado… mas sempre acontecendo em múltiplas inspirações. Sempre existindo de maneira genuína. Sempre me mostrando que eu fui divinamente abençoada por ser mãe dele.

A segunda, foi quando me disse que seria Juiz de Direito. Minha reação foi “você sabe o que é um juiz de direito? Sabe o que ele faz?” e prontamente ele disse “não importa, o que eu quero mesmo é ser seu chefe!”. Ri. Ri muito. Mas insisti “por que você quer ser meu chefe?”… de pronto, e com ar de quem cuida, ele respondeu “para te dar férias sempre, assim você fica mais tempo comigo e com o Sonho”. Me restou, além de me obrigar a questionar o meu excesso de trabalho, pensar que o tempo dele é diferente do meu. Ele consegue compreender que o movimento temporal pode existir numa frequência própria das crianças, sem as exigências cotidianas que acabam usurpando a vida do adulto…. Enfim, naquele dia não trabalhei, meu dia foi apenas deles; dos meus dois filhos. E, além de mãe, eu também pude ser criança…

A verdade é que, mesmo vendo-o triste, naquela manhã do dia das mães, por não ter conseguido apreender o sol para me presentear, fui invadida por todos os raios de amor que um filho pode emanar para uma mãe. Me senti, serenamente, a mãe do sol. E comecei a enchê-lo de beijos como se pudesse esvaziar minha alma para não explodir de felicidade, afinal, como sempre repito, mãe boa é mãe feliz.

Ainda sobre o Oscar 2021!

Olá, povo!

Como estão todos? Espero que mantendo os cuidados necessários, principalmente agora que estamos tendo um relaxamento no isolamento social, e muitos já devem estar voltando às atividades presenciais, o que requer maiores cuidados!

Esse ano, por causa da pandemia da Covid 19, a 93ª cerimônia do Oscar foi bem diferente. Não aconteceu no Teatro Dolby, em Los Angeles, como ocorre tradicionalmente. A cerimônia deu-se de forma híbrida, presencialmente, com número bem reduzido de participantes, todos testados para Covid e de máscara, na Union Station, em Los Angeles, e por videoconferência a partir das cidades de Paris e Londres. Apesar da mudança, manteve o tapete vermelho e seu glamour!

Hoje trago para vocês mais dois filmes indicados ao Oscar.

Primeiro falarei de “Meu Pai”, um filme que nos trás a história de um senhor de 81 anos, viúvo e que mora sozinho. Acostumado a ser uma pessoa independente, mas desenvolvendo demência a passos largos, não tem noção de sua doença e se recusa a ser auxiliado por uma cuidadora de idosos, fazendo com que sua filha tenha vários problemas com isso.

O filme é estrelado por Anthony Hopkins e Olivia Colmam, que dão show de interpretação! Me atrevo a dizer que foi a melhor atuação de Anthony Hopkins, que inclusive levou a estatueta de melhor ator! Merecidíssimo!

“Meu Pai” foi indicado a 06 categorias: melhor filme, melhor ator (Anthony Hopkins), melhor atriz coadjuvante (Olivia Colman), melhor roteiro adaptado, melhor edição e melhor design de produção. Levou dois Oscar, melhor ator e melhor roteiro adaptado!

É um filme emocionante, tenso, que nos mostra como podemos nos tornar frágeis e vulneráveis! É imperdível! E aconselho a assistam com uma caixinha de lenço à tira colo! Está disponível no NOW.

O segundo filme de hoje é “Uma Noite em Miami”, filme dirigido pela já conhecida e premiada atriz, mas estreante como diretora: Regina King! Foi indicado a três Oscar: melhor ator coadjuvante (Leslie Odom Jr), melhor cação original e melhor roteiro adaptado.

Nos trás um recorte da história de Muhammad Ali, quando ainda se chamava Cassius Clay. É uma ficção. Fala do seu primeiro campeonato mundial de Box, antes de anunciar ao mundo que havia se convertido ao Islã. A produção conta como se deu essa conversão e da sua amizade com Malcom X, Sam Cooke e Jim Brown. Um filme lindo e intenso, de diálogos profundos e interpretações tocantes! Vale muito à pena assistir! Está disponível na Amazon Prime.

Até o mês que vem! Se cuidem!

Forte abraço!

Janaina Alencar.

Covid-19 e emoções: uma relação direta

Por Daniel Hamido

Ao longo desses últimos 12 meses analisando o padrão energético do vírus covid-19/Sars/Cov-2, pude fazer correlações importantes. Como terapeuta, procuro encontrar padrões recorrentes assim como se fazem cientistas em suas pesquisas acadêmicas, porém sem o rigor científico. E com estudos de casos de uma, duas, três…. cinquenta pessoas, consegue encontrar esse padrão.

Os estudos de caso que pude fazer ao longo desses últimos 12 meses desde quando comecei a atender pessoas em março de 2020 mostraram que quando o padrão vibratório baixa do indivíduo- esse possui relações com algum aspecto emocional- o estado de saúde fica comprometido. Quando o padrão vibratório aumenta -livre de padrões vibratórios densos, mas apenas sutis- o estado de saúde fica estabilizado. Existe um gráfico – dos mais simples- que é um dos primeiros a medir isso. Ensino inclusive em meus cursos como a pessoa fazer a automedição de seu campo energético.

Em radiestesia, uma técnica a qual domino há 5 anos- muito antes da covid e pandemia- pude observar com as pessoas atendidas em formato remoto- elas em suas casas e eu na minha- que a repetição de um elemento chamado “larva astral”. Larva astral são consciências extrafísicas que atuam no campo energético de pessoas que vibram em energias de baixa frequência. Elas atuam em diversos locais e setores, bem como associando ao inconsciente coletivo daquele local. Exemplo: motéis possuem larvas astrais específicas da promiscuidade. Nem todo mundo que vai lá é promíscuo, mas quem vai acaba pegando um pouco dessa energia do inconsciente daquele local que é a promiscuidade.

E assim existem larvas astrais em estádios de futebol (sim, lá também!), saunas gays, muitos outros locais e se você não cuidar até mesmo na sua própria casa! No próximo artigo, vamos falar sobre esses locais a mais e nos aprofundar sobre esse tema que considero pertinente.

As larvas para atuarem precisam de um “ambiente energético” propício. Assim como colônias de bactérias hospedeiras precisam de um Ph, glicose e outros elementos físicos, as larvas astrais precisam desse ambiente também! Quais são esses ambientes?

  • Pouca iluminação do sol;
  • Baixa vibração do pensamento (reclamações, murmurações, ressentimentos, mágoas, raiva, ódio, vingança, medo, dúvida, insegurança, etc)

Com esses 2 elementos acima por muito tempo, fica o ambiente energético propício para que a pessoa pegue covid-19, adoeça, agrave o caso e desencarne fisicamente. Por quê? Por que a larva astral precisa que o padrão vibratório do hospedeiro esteja com baixa de frequência!

Em outras palavras, não tenha receio do vírus, nem alimente ele energeticamente com medo, nem dando poder a ele com medo que sente por ele, nem negligenciando ele. Ele não é apenas mais um vírus. Mas também não um ser mitológico de 7 cabeças “cavaleiro ceifador”. Ele vibra na frequência que cada indivíduo vibra! Caso a pessoa vibre por exemplo no medo ele se “alimentará” energeticamente desse medo e o estado de saúde irá agravar, podendo a pessoa ir até a óbito. Já em outro cenário, caso a pessoa vibre na gratidão, no perdão, no amor, no auto perdão, mesmo que pegue o vírus, nada irá acontecer a você, podendo muitas vezes ser um vírus assintomático nos moldes físicos de percepção.

Você tem 2 opções de agora em diante. Fazer de conta que não leu esse artigo e dizer que nada disso faz sentido e “pagar o preço” da negligencia energética ou buscar se cuidar mais das emoções, do padrão vibratório que são aspectos diretamente associados ou mudar esse padrão energético e se cuidar de forma inteligente. A decisão é sua. 

Caso você tenha parentes e familiares, podemos ajudar a melhorar o padrão de saúde e qualidade de vida bem como ajudar a reduzir os incômodos tratando o campo energético em paralelo ao tratamento convencional. Fale conosco.

No próximo artigo, irei compartilhar dicas simples para que você possa ter condições favoráveis para sua “casa energética”, sua morada física, seu corpo possa vibrar de forma harmônica independente do covid bater na sua porta.