Uma linda história!

Olá, povo!

Como estão todos? Na expectativa da vacina ou já se vacinaram? Fico muito feliz em ver tanta gente tomando a dose de esperança e alivio que é a vacina da Covid! Uma dose de luz em meio ao tempo sombrio em que vivemos! E, não se esqueçam, mesmo vacinados, é imprescindível que continuem se cuidando, ok?

Vou lhes trazer um filme lindo, que conta uma história de amor e de solidariedade! De empatia e abrigo! Esses sentimentos que nos dão esperança no ser humano! Que nos mostra que existem encontros de almas!

O filme de hoje, é “Rosa e Momo”, disponível na Netflix, com Sophia Loren como atriz coadjuvante, atuando magnificamente!

A história se passa na Itália. Rosa, uma ex prostituta que abriga crianças temporariamente em sua casa. Seu médico, que também acolhe menores em condição de vulnerabilidade, lhe pede que fique algumas semanas com Momo, um pré adolescente complicado e cheio que questões, que parece ser uma criança irredutível e impossível de educar!

Depois de muita resistência, Rosa decide aceitar Momo em sua casa, e a medida que o tempo vai passando, constroem uma relação de confiança, amizade e amor lindíssima! É um filme imperdível! Emocionante! Que aquece o coração!

Preparem a pipoca, a caixinha de lenço e assistam!

Até o próximo mês! Continuem os cuidados! USEM MÁSCARA!

Forte abraço!

Janaina Alencar.

Astronarrativas – O Sol em Peixes de Carolina Maria de Jesus

Peixes é um signo de água, mutável, regido por Netuno, o deus dos mares abissais. Muitas possibilidades em inspirações, criações, pirações, reconhecimento do disforme que nos habita. Também de acesso aos tesouros inconscientes e vivências transcendentes.

Peixes é o último arquétipo do ciclo zodiacal, carrega um pouco dos onze signos anteriores. Daí porque na sua mutabilidade o aprendizado pode ser agora a dissolução, o desenvolvimento das nossas sutilezas, reconectar a alma na diversidade de experiências possíveis nos caminhos para integração das partes que constituem e fortalecem a identidade.

Neste arquétipo o sonho e a realidade coexistem. Caos e ordem são dois lados da mesma moeda, algo bem sinalizado no próprio simbolismo dual do signo, representado por dois peixes que nadam em direções opostas, unidos por um cordão, que remete justamente à natureza dúbia e contraditória das pessoas desse signo. Sempre envoltas no desafio de decidir entre ir para a luz, pela empatia com as causas e por todos os seres, pela compaixão, humanitarismo, criatividade positiva e espiritualidade, ou sucumbir as trevas, as ilusões, aos escapismos e a desordem existencial.

Tendo nascido em 14 de março de 1914, Carolina Maria de Jesus nasceu sob o signo de Peixes.

No seu livro “Quarto de Despejo”, retrata a realidade da vida na favela, onde vivendo com seus três filhos num ambiente preenchido por sérias limitações materiais e desafios cotidianos para sobreviver, vemos a expressão da sua essência em muito do que astrologicamente atribuímos ao arquétipo de Peixes. Uma mulher sensível e forte ao mesmo tempo, dotada de uma humanidade surpreendente, de muita compaixão pelas pessoas, amor pelas crianças, especialmente pelos seus filhos, envolta em uma realidade sofrida que parecia não ter fim.

“A pobreza é um lugar de aprendizagem quando se vence a pobreza”, fala da Conceição Evaristo que também me leva às experiências descritas na astrologia como vivências netunianas (Netuno é o planeta regente do signo de Peixes), aquelas passagens das quais só conseguimos falar se formos capazes de sobreviver a elas, mas enquanto nelas, somos um misto de ilusão e realidade sofrida, que só os espíritos criativamente evoluídos como Carolina, conseguem nesse caos e sofrimento, transcender, transformando arte e poesia como potente recurso de resistência e assim, eternizarem-se.

Sempre envolta no desafio de decidir entre ir para a luz, pela empatia com as causas e por todos os seres, ou para as trevas, em ilusões, escapismos, negligências, confusão e desordem existencial, ter o Sol em Peixes é isso, é viver o privilégio de saber-se mais, sem tanta consciência disso, e ser parte de tudo, experimentando em tudo o seu jeito de ser mutável.

Os relatos de Carolina nos expõem em muitos momentos a essa dualidade arquetípica através do caos de vida narrado, do seu cotidiano de escassez, limitações, pobreza, fome, muitos sacrifícios, mas ao mesmo tempo, em sintonia com certa ordem interna que a convida, por exemplo, a diariamente dar conta de colocar tudo isso no papel, escrevendo o seu diário. Sua vida é de muita luta pela sobrevivência, através da sistematização de uma rotina configurada num fazer cotidiano entre catar papel, trabalhar como doméstica, lavar roupa, escrever, lidar com os desafios de uma vizinhança barulhenta, muitas vezes briguenta e agressiva e também dar conta da educação dos três filhos, sem a presença dos respectivos pais, num exercício de maternagem preenchido de altos e baixos pelas incertezas.

Nesse contexto, Carolina tem plena consciência das desigualdades sociais, identifica claramente o papel de homens e mulheres, pragueja acerca da negligência dos políticos para com o povo e procura ser proativa, numa postura mais resignada nas respostas que vai conseguindo dar as demandas de todo dia, sem assumir um papel de vítima do mundo, revelando sempre muita resignação. Sua obra foi um canal de visibilidade para a situação de opressão, de desrespeito, de desumanidade contra o povo negro e pobre das comunidades periféricas de todos os tempos, num país que sempre tratou pobre como bicho e balas perdidas encontram e matam negros todo dia.

Nos presenteia com a atualidade dos temas que aborda e nos faz refletir… Como estaria esta mãe com seus filhos em tempos de pandemia Covid-19? Como lidaria com esse descaso do governo com a população pobre, negra periférica? O que escreveria acerca da desatenção dos políticos com as comunidades indígenas, agravada pelo colapso do sistema de saúde neste momento, levando a tantas perdas de vidas? Carolina de Jesus se faz presente ao nos possibilitar com sua obra dialogar com todo esse contexto.

Carolina nos inspira mudanças e novos sentidos. Já ouvi nos relatos de outras estudantes de Carolina de Jesus, que ao sentirem-se imbricadas com a sua história, assumem um compromisso existencial, às vezes até espiritual, em honrá-la naquilo que cada uma escolheu como caminho de sentido. É o que sinto. Meu mergulho através da astrologia reflete também o desejo, através desse instrumento de autoconhecimento, possibilitar outras leituras da sua vida e obra.

Onde habitamos existencialmente?

Por Júlio César Martins Soares

Três indagações são essenciais na filosofia: Quem sou? De onde venho? Para onde vou? Aparecem na vida, outras tantas questões que a filosofia possibilita compreender. Parece que são mais perguntas que respostas e na grande maioria das perguntas se titubeia, deixa-se de lado por não saber como responder ou se dá algum tipo de retorno do qual se pode arrepender depois.

Nesse sentido, o filósofo, por meio do método filosófico se movimenta no intuito de afirmar que é importante saber onde a pessoa está existencialmente, quais são seus endereços existenciais, onde ela habita quando não se habita? Como se porta no mundo desde criança? Procura ver como é a sua estrutura de pensamento? Deseja saber como constrói e solidifica seu pensamento? Se a pessoa é mais sensorial ou se é mais abstrata, quais os espaços que preenche com sua presença?

Diante de um outro que chega querendo respostas demasiadamente rápidas ou encontrar soluções imediatas, o que se pode fazer? É importante o acesso à pessoa sem que ela se afaste de si, através da consciência do que acha de si mesma, de averiguar como o mundo lhe parece, nesse viés “o homem é a medida de todas as coisas” como afirmava Protágoras de Abdera e mais perto dos nossos tempos Arthur Schopenhauer vem afirmar que “o mundo é uma representação minha”. Cabe ainda especular com qual métrica essa pessoa mede o assunto que aborda, porque de fato quando alguém afirma algo, ela diz de que como o mundo é para ela.

Há dentro de cada pessoa um universo composto de contradições, de presença dos opostos e uma das formas de não afastar-se de si é por meio da interpretação dos fatos, porque o indivíduo não é só dor e não é todo desespero. Aqui não há premissas do que é certo ou errado, nem a noção do que é bom ou ruim. Há sim, muitas dubiedades, mas as vizinhanças existenciais trazem um pouco de tudo quanto se precisa saber, pode até se ter várias respostas, mas a metodologia da filosofia hegeliana aponta para uma resposta como uma chave que abre os cadeados e as portas das “prisões” que estiveram há muito trancadas quando houve o rompimento do sujeito com a sua história.

Aparecem muitas dubiedades, na fala, nos gestos, há quem diga, por exemplo, que adora caminhar, adora ler, e no cotidiano de sua história não procura um livro ou saia de casa para se exercitar. Nesse sentido, se se tem uma ideia do caminho, o que a impede, o que dificulta a jornada? Onde procurar tais impedimentos e tais afastamentos senão na história de vida da pessoa contada por ela mesma? Eu e as minhas circunstâncias.

Um dos sentidos, sentido.

Por Samya Régia Antero


 Existem pessoas que afirmam que o melhor cheiro do mundo é o aroma de café, logo que acordamos, é verdade. Cheiro de café coado é bom demais! Hoje, quando eu estava fazendo o café, deu-me esse estalo e percebi que não paramos para  pensar nessas sensações. E o olfato é um dos cinco sentidos mais importante dos seres vivos, que tem como função básica, aliado à visão, a audição, ao tato e ao paladar, interpretar o ambiente e captar os diferentes estímulos que nos rodeiam . Resolvi, então, aproveitar a deixa e pensar no assunto, pois, raramente paramos para prestar atenção nessas sensações, sentimos e pronto. É o chamado ato involuntário, estamos quase sempre no “piloto automático” e com isso, vamos deixando pelo caminho, emoções tão prazerosas… Nosso olfato é algo próprio, particular, peculiar. Vocês já pararam pra pensar nas sensações, recordações,  imagens que  nos vêm quando, por exemplo, colocamos um bebê no colo e sentimos seu cheiro? Cheiro de filho conta uma história gigante, cheia de emoções. Quantas viagens nesse cheiro… É mágico, transcende. E o cheiro do cangote da pessoa que  amamos e que marca nossa vida? Dando certo ou não, a relação, onde quer que sintamos o perfume, vamos lembrar do momento, do beijo, do arrepio… E aí, tem aquele cheiro, que todo mundo conhece, que é o cheirinho do colo de mãe… Melhor refúgio e maior fortaleza. Cheirinho de mãe não tem igual. E o que  podemos falar do cheiro da nossa comida preferida, invadindo toda casa, ou quando chega à mesa do nosso restaurante favorito? Gente!! E cheiro de chuva, na terra molhada, quem não ama? Todo mundo tem uma história pra contar de chuva… Um banho inesquecível, uma situação engraçada, uma rede na varanda, olhando a chuva cair. Dividir o edredom com quem nos aquece a alma, um filme… Um vinho ou um café quente, tudo combina com chuva. Tem um cheiro que  amo e quem entende da arte vai compreender… Tem coisa melhor que cheiro de livro novo? Cheirinho de mar, quando voltamos para casa com ele tatuado no corpo, e de alma lavada. Cheiro de chocolate!! Especialmente, quando a gente faz brigadeiro e ele inunda a casa, remete-nos as melhores recordações da infância. Cheiro de carro novo? Esse, estou, doidinha pra sentir kkkkkk Ah! Existe coisa mais excitante que cheiro de pele na nossa pele, depois de um momento quente de amor?

E aí, qual cheiro que te traz saudade ou que te enche de emoção positiva? Comenta aí.

Meu nome é Samya Régia Antero, sou psicoterapeuta. Terapia é um presente que todo mundo merece se dar.
Amo cozinhar e escrever. Cozinhar é uma forma de demonstrar meu amor pelas pessoas… e escrever, além de terapêutico, é um ato revolucionário.
Sou casada com Luiz Carlos, mãe do João Pedro e do João Vítor, tudo por eles e com eles.

Existe criança trans?

Por Alicia Pietá


Essa pergunta se propaga durante décadas, por que pouco se fala sobre? Quem dera fosse um questionamento na minha época, quem dera houvesse a mínima luz sobre essa pergunta nos anos 80/90 (meus)! Cresci exatamente como um peixinho fora d’água, clichê? Não, pois ainda não se fala sobre isso.
A resposta é óbvia, a resposta sou eu e tantas outras ao meu redor, infâncias felizes, trágicas, mágicas, assustadoras como tantas outras infâncias cisgeneras, porém inclusiva não.
Eu guardei pra mim a minha doçura e sonhos por toda infância e adolescência, imaginava diversas outras situações, criava e engolia essas criações/sonhos, me deparava com a sobrevivência e a máscara social construída pra isso, eu sabia o que “podia e não podia”, o que era aceito, o que me era negado. Minha salvação foi o humor e a arte, sempre! Sem isso eu afundaria como tantas outras afundam ainda na infância, reverberando pra sempre, como uma ferida, uma lacuna, momentos simples que não vivi, não me deram essa direito, coisas básicas como o primeiro beijo, namoro, roupas etc, coisas realmente muito básicas para uma pessoa cisgenera e padrão.

Hoje essa criança habita em mim, nem tudo foi espinho mas nem tudo foi flor, no espelho ainda posso vê-la e hoje ela me agradece por não ter afundado, lágrimas e sorrisos afloram nesse exato instante.
Essa criança trans vive.


Compreender

Valores são os critérios que estabelecemos para valorar ou desvalorar coisas, são as razões que justificam ou motivam as nossas ações. Podem ser éticos, estéticos, materiais, religiosos, políticos, vitais… Quando aprendemos sobre valores vamos formando uma consciência própria a respeito e tal consciência passa a nos guiar, uma vez que, vão se tornando nossas “verdades”. Costumamos teorizar muito em cima dos valores que escolhemos seguir. Mas a questão é: será que aplicamos na prática os valores que em teoria defendemos? Podemos ir descobrindo isso na medida em que vamos sendo testados pela vida. Tem momentos que somos fortemente questionados pelas circunstâncias para descobrir se o que defendemos são apenas teorias bonitas ou se há uma base interna e prática. É assim também que vamos amadurecendo, firmando nossos valores ou trocando por outros. Existem coisas que são mais fáceis de pregar do que fazer, mas, vale o esforço de tentar crescer cultivando bons valores, procurando equilibrar, regular da melhor forma possível, pensamento, palavra e ação.

A CARTA DO DIA – 20/11/14

Gratidão

Por Roberta Bonfim

Eu sou Roberta Bonfim, sou uma ArteVista em permanente exercício de me tornar a melhor versão de mim e a Lugar ArteVista que é este blog, mas é também o canal e sua plena diversidade, as ações, a revista e a pesquisa. E a Lugar ArteVista tem sido tratada por mim como amor de mãe zelosa, mas repleta de medos. É que a Lugar ArteVistas é a minha primogênita e agora está ensaiando entrar na pré adolescência e experimenta dividir real esse lugar. Um dia a Lugar ArteVistas é uma revista eletrônica apresentada por mim e hoje é um canal com diversos ArteVistas apresentadores como a cozinheira e padeira Kerla Alencar que em parceria com Occa Cultura alimentar e convidades vivem o Até o Caroço, o sábado é múltiplo e diverso, pois temos Janela da Alma, seguido de Mentalizando Mapas Culturais com a maravilhosa Ivina Passos conversando com quem realiza os festivais, o terceiro sábado ao que tudo indica viveremos Leruaite em parceria com o Lerha e fechamos com Novos Tempos – Novos Ciclos com Renata Bessa e convidades,  e a Diva Marta Aurélia apresenta sua Casa D’Amélia às sextas desde 2020 e que julho inicia com a Janela da Alma, no primeiro sábado de cada mês, para termos garantido pelo menos uma vez ao mês um programa com a temática indigena.Termos as quintas respeitando o tempo do renascer Conversa Entre Nós com apresentação de Silvia Helena às quartas são destinadas ao nosso amado Poço da Draga, nessa sequência; Poço de Afetos com Sabrina Lima que da França conversa com seus amigos filhos do Poço; ação parceira com o projeto a Invenção do Lugar de Kiko Alves, Arte na Favela com Cintia Sant`anna (ONG Entre o Céu e Favela),  Izabel Lima (ONG Velaumar) e outros agentes importantes do Poço e do país e fechamos o mês com a revista Lugar ArteVistas que nesta temporada gravou no Poço da Draga com ArtevIstas locais, nacionais e internacionais.a terá feira quinzenalmente temos Papo Atípico com Mariana Castro, Marcelo Muz e Cris Cordeiro para tratar sobre questões do espectro autista e na segunda tem Arte Onde Estiver, onde convido ArteVistas para batermos papo. Assim somos enquanto canal.

Como blog vivemos a satisfação da leitura diária e diversa onde na segunda falam as Mães que Somos, onde temos textos meus, de Alana Alencar, Janira Alencar, Lorena Aragão e Mayane Andrade, às terças são esses textos do semanário, quartas são dias de Cartas de Kitah e na quinta temos lugar de fala com Bárbara Matias, Alicia Pietá, Saulo Lemos e Kiko Alves, nas sextas nos desconstruimos com Celma Prata, Rafaela Lima, Gustavo Damasceno e Silvia Helena, os sábados são para respirarmos com existência, com Daniel Hamido, Julio Cesar, Kitah Soares e Natália Coehl e o domingo, bem, o domingo como um bom domingo tem de tudo um pouco, desde textos necessários e didáticos do Coletivo Abayomi, as percepções de cinema da nossa advogada Janaina Alencar, a liberdade do sertão de Jean Jackson e a musicalidade pesquisada e compartilhada por Adonai Elias. Uma lindeza linda, né? Eu particularmente chego a me emocionar quando vejo esse quadro de Artevistas tão querides.

Juntos buscamos contribuir como podemos sendo ponte relacional para que as muitas ações locais sejam fortalecidas, é que o Poço da Draga é lugar de arte, afeto, participação e nós da Lugar ArteVistas talvez sejamos aquele que faz a interseção dessas potências e ações do Poço da Draga. 

E eu só agradeço!

Poço de Afetos

Casa D’Aurélia

Até o Caroço

Arte Onde Estiver

Uma vontade de Aninhar

Por Roberta Bonfim

Junho! Quase férias, penso em comemoração silenciosa, vai rolar uma folga, vamos poder nos curtir mais eu minha filha, nos regularmos e reequilibrarmos. Tenho como mãe refletido muito sobre a saúde mental da minha filha de três anos e sobre a minha. Pensando sobre o valor do tempo e como nós aqui em casa o estamos usando. E  como quem gerencia a rotina da casa sou eu, assim tenho me repensado inteira a partir da Mãe que Sou.

É que ser mãe (também cabe a figura paterna) para mim, vai muito além de colocar no mundo. Fui mãe velha, sou mãe solo, conto com apoio de minha avó que é massa , mas é avó e é uma senhorinha. E minha filha é louca de amor por ela, hoje dormiram as duas no chão do closet fingindo que eram cachorros. 

Hoje enquanto escrevo este texto almoço e mais uma vez me questiono. E nossa alimentação? A correria cotidiana tem me feito abrir mão de coisas que me são muito caras e que exigem tempo e dedicação. Tudo nos exige tempo, mas os filhos pequenos, esses exigem e precisam de suporte. 

E quando falamos em rede de apoio é preciso dizer de modo claro. Rede de apoio é como o nome diz, de apoio, para apoiar esta criança e está mãe. Aqui em casa tempos sem criança é também um refresco para gatas que dormem profundamente quando Ana Luna não está.

E tenho me questionado constantemente: o que me excede? O que devo cortar? Sigo observando e seguindo na certeza de que qualquer que seja o caminho que escolha, será guiado pelo amor.

O que você está fazendo consigo?

larva astral covid-19

No último artigo, falamos sobre a correlação do covid-19 e as emoções bem como a inter correlação entre os padrões energéticos associados. Na minha caminhada como terapeuta, aprendi que nós somos feitos de energia, e essa energia faz parte do universo.

Emanamos energia o tempo todo, seja ela boa ou não e é aí que está o cuidado: a lei de emanação e recebimento é a mesma para todos. Vamos entender quais são os riscos que podemos correr com os nossos pensamentos e ações.

Para trazer exemplos e tornar a situação prática, vamos a um seguinte cenário da Maria uma cliente atendida. Ao deparar na 1ª sessão com a Maria, percebi que estava vibrando num ressentimento emocional de um relacionamento anterior que acabara há 2 anos.

O Chackra cardíaco estava desequilibrado. Logo abaixo mostrarei qual é esse caso você ainda não entenda sobre chackras. O ressentimento provocado pela sensação de ser traída pelo ultimo relacionamento fez Maria paralisar em sua vida afetiva. Claro, ela tinha couraças que são memórias traumáticas provocadas pela decepção amorosa vivida e isso fez ela mesma se bloquear em relação a uma próxima pessoa.

Maria sem saber criou miasmas na forma pensamento que acessou o emocional e esse o energético. Isso significa sujeira, a putrefação de corpos, que está relacionado, com a nossa ética, comportamento, padrão de pensamentos, e no trato com as pessoas que convivemos, existe um termo na espiritualidade que se chama miasma deletério, ele nada mais é do que um estado de padrão muito baixo, a densidade do local onde se acumula os miasmas é muito grande, o que faz uma pessoa em seu estado mais equilibrado passar mal, entre outros sintomas.

Quando fizemos a medição do chackra cardíaco (4º chackra cor verde que fica altura do peitoral) apareceu polaridade invertida. Isso significa entender que ao invés de aquele centro energético guardar energia, ele estava dissipando energia e perdendo a mesma para o meio externo.

Isso significa em outras palavras dizer que Maria tinha aberto uma porta energética de obsessão com o meio externo. Uma porta chamada de auto obsessão. Obviamente que isso é um processo inconsciente até a pessoa trazer lucidez para o processo.

A questão era que além dela ter aberto essa “porta” energética não saudável para personalidades intrusas a ela, isso tinha se tornado uma “ferida energética”.  Semelhante a uma ferida física, aonde pode infeccionar, no campo energético é muito semelhante: ocorre uma ferida energética chamada de larva astral.

Semelhante a uma larva física, esse elemento energético nocivo vai corroendo o chackra, destruindo o centro energético e desequilibrando aquele ou aqueles chackras aonde estão associados. No caso da Maria era predominante o desequilíbrio do chackra cardíaco. Mas tinham outros envolvidos também. Para ficar uma explicação mais didática, vou me restringir apenas a esse chackra cardíaco.

Aquele campo de forma pensamento do ressentimento criado por Maria semana a semana foi gerando um padrão ainda mais grave que chamamos de larvas espirituais ou larvas astrais. As larvas espirituais se formam com o acúmulo muito grande de miasma, a densidade do ambiente é tão grande que começou a disseminar no quarto dela, no carro dela, nas roupas dela, nos móveis do ambiente de trabalho dela nascem e se propagam no ambiente, seja na nossa casa, ambiente de trabalho, escolas ou seja qualquer lugar aonde tem pessoas com padrões de frequência muito baixos.

A sua aparência é terrível eles ficam grudados nas paredes, nos móveis e são sempre de texturas muito pegajosas e de cores desagradáveis, um vermelho de sangue podre, um verde de aparência estranha, essas larvas nunca tem uma cor ou uma densidade agradável aos olhos de quem consegue perceber intuitivamente, é como se tivessem larvas e minhocas misturadas (para exemplificar), e pode se considerar o estado mais nocivo a nós seres humanos. Essas larvas tem a capacidade de intensificar aquilo que já está ruim, ou seja, uma casa aonde tem muitas brigas, uma discussão bem simples, em ambiente que tem essas larvas pode se intensificar gravemente, a ponto de ter uma agressão seja física ou verbal, as larvas se desprendem das paredes ou dos lugares aonde estão grudadas e transitam o ambiente como um vírus de gripe por exemplo, nos sugestionando a expor o nosso lado mais sombrio.

Nos próximos artigos vamos dar seguimento a esse tema e aprofundá-lo cada vez mais de forma a trazer a consciência de forma a você mesmo(a) poder se autocorrigir. Procure conversar conosco individualmente e agendar uma sessão para que possamos te ajudar caso você se perceba dessa forma seja ela inicial, intermediária ou avançada de auto percepção de miasmas e larvas astrais.