Despertar ancestral: religiosidade

Por Coletivo Abayomi

Atualmente tem se tornado cada vez mais comum as pessoas se declararem adeptas de uma religiosidade e não pertencentes a uma religião. Esse espírito livre e fluído do espectro da crença condiz com os tempos contemporâneos, é uma tentativa de se manter uma conexão com as tradições e ancestralidades, sem necessariamente se comprometer com os preceitos e/ou obrigações.  Este texto não se trata de um julgamento crítico e muito menos moral das religiosidades – este cabe a cada praticamente de sua fé -, mas sim busca analisar de modo afro-orientado a eterna saga da humanidade em se reconhecer no encontro com o divino.

Fato é que, a religiosidade, muito antes deste aspecto pluralista e metafísico de hoje, foi o primeiro tratado coletivo das várias sociedades onde as figuras da “grande mãe terra” e do “pai celestial” vagam pelos mitos fundadores dos povos tradicionais como formas de explicar o mundo e as relações nele estabelecidas.

Imagem: Juh Almeida

Quando pensamos nos territórios da diáspora, mais do que simplesmente explicar o mundo, a religiosidade, se configura como forma (re)existência: reconstrói as relações de parentalidade destruídas pelo colonialismo, além dos terreiros serem território de salvaguarda de todo saber para cá trazido nos corpos e memórias dos homens e mulheres escravizados. Foi na união de tantos povos e culturas que crenças e ritos precisaram ser amalgamados para (re)existir, dando forma a um xirê que exaltasse: circularidade, ancestralidade, corporeidade, musicalidade, ludicidade, memória, cooperatividade e oralidade.

Há na cosmologia africana uma energia que coabita a todos os seres e planos: Asè. Talvez tenha sido esta a primeira ideia rizomática de “rede de conexão” – por que choram Deleuze e Berners-Lee? – e esta rede ajuda a compreender que, diferentemente da religiosidade outorgada pelo colonizador, a qual nos colocamos em constante, e culposa, busca de nos religarmos (religare) a algo divino e inalcançável, o Asè está constantemente presente, presente desde atos religiosos, até os elementos da natureza, também no respeitos aos mais velhos, por fim, em todos os rituais do cotidiano. O Asé está aqui, agora, basta estar desperto para sentí-lo.

 Ter um olhar afrocentrado para a vida nos permite experiênciá-la como ciclos onde tudo é começo-meio-começo. Assim, a cada ataque epistemológico que sofremos, eis que nasce uma nova geração com os genes dominantes deste Asè, uma necessidade indomável em reavivar os valores africanos e fazê-los brilhar à luz do seu tempo.

É por isso que a religiosidade é tão cara ao povo preto, ela é a centelha de vida que, independente da forma, nos conecta ao outro, ao o que nos habita e ao círculo da vida, não sendo possível ser vivenciada sem comprometer-se, na superfície.

O dia que me dei alta da terapia.

Por Roberta Bonfim

Querido semanário venho compartilhar que hoje me darei alta de uma terapia. Não precisa se assustar, já estou em outra, não o transformarei em diário, por necessidade de compartilhar os conflitos cotidianos. Não que eu não os tenha, mas é que a vida anda tão corrida que ainda me tem faltado tempo para escrever e refletir, para sentir com a intensidade de frio /calor no coração que só sinto quando as vivências são filtradas pelas minhas emoções, ao tempo que vão virando palavras. e não se iluda querido semanário, nunca saberás o que verdadeiramente vivo, ou sinto, pois as palavras não alcançam essas discrição, não as minhas. Mas, te agradeço pela possibilidade de partilhar. 

Me darei alta porque quero em um futuro próximo poder ser amiga da minha terapeuta, que é dessas mulheres incríveis, inspiradoras de sorriso largo, mas também porque minha alma vem pedindo movimento, desde um curso com Fátima Toledo em Santa Teresa quando conheci Cassio Costa, Tati Ramos e Talles Maniçoba e vivemos transformações. E teve a cena do cachorro, mas isso merece um texto só dele. O fato é que mudeando a terapia e mantendo a periodicidade, consigo ainda investir no trabalho de Samir, personal do Poço da Draga que vai ter a missão de me ajudar junto com as mãos mágicas de Katienete alcançar a missão de ser a Mãe gatinha 2022. 

Quem também chega mais pra perto e para equipe da Lugar ArteVistas é Mayane Andrade que vai me ser braço junta com tantos outros braços nesse momento em que vou precisar me dedicar a pesquisa.Gratidão e sigamos! Tá bonito mais é que cê nem sabe o quanto vou me divertir neste ano! 

Mantra da semana

Descobrindo Mundos

Por Roberta Bonfim

OI! Me chamo Roberta Bonfim, desfiz 39 anos, sou mãe de uma criança maravilhosa que é sobre quem escrevo neste blog. O nome dela é Ana Luna, minha filha, hoje com 3 anos e cheia de descobertas sobre si e o mundo. E eu venho embarcando junto com ela nesse desconhecido de descobrir-me ao descobri-la em transformação, ao tempo que ela igualmente se descobre nas minhas transformações. Somos dois seres buscando harmonização.

Não tenho nenhum desejo de romantizar ou seu oposto a maternidade. E quando lá atrás sonhei esse espaço para falarmos e compartilharmos as Mães que somos, era esse desejo de encontrar outras mães como eu que vivem esse lugar da maternidade. 

Pois quem é mãe sabe que qualquer que sejam as escolhas elas estarão recheadas de conflitos, culpas, medos, alegrias, risadas, brincadeiras, ou escândalos fora do contexto. Ser mãe é em parte entender nossos pais, ou melhor nos entender apesar deles. Cada qual nos seus contextos, a maternidade nos muda de lugar, pois deixamos de ser só. E o que isso quer dizer pode sim ser a maior das alegrias e a mais dolorosa das barreiras sociais que colocam sobre nós mães. Uma série de pesos sobre as mães, que precisam como quase tudo na sociedade humana está categorizado e nomeado. 

Aqui venho para compartilhar processos e vivências e não venho só, há outras mães inclusive você se quiser compartilhar suas histórias. Mas, aqui estamos com periodicidade eu na primeira segunda de cada mais, seguida pela maravilhosa ArteVista Alana Alencar, que mãe de dois sempre acha momentos para se alimentar das artes que a constituem, na terceira segunda esse lugar é cantinho de Tontom, com sua mãe tão maravilhosa Janira Alencar, que sempre encontra modos e as vezes até atrasa, mas sempre nos presenteia com seus compartilhar. Tínhamos neste elenco Lorena Aragão mãe do geniozinho Inácio e dona de uma personalidade inspiradora, e também Mayane Andrade, minha comadre e mãe de três e empreendedora nata, essas ArteVistas maravilhosas, neste momento estão com uma vida muito agitada para escrita, então, a não ser que você mãe escreva e nos envie para fortalecer este lugar, vocês que lutem pois teremos muitos textos meus. Pois escrever me liberta, então nunca é muito deixar os dedos dançar sobre o telhado.

E sobre a mãe que sou, sigo no mantra de que é a que posso ser. Aqui em casa não peço perdão pelo tempo não compartilhado e por ela respeitado, mas peço compreensão e compartilho com ela como estou pensando e solicito ajuda. Se ela entende? Se associa? Se acolhe? Ai são outros 500 (se), mas busco ter essa relação e com isso tenho vivido gratas alegrias ao ver a formação de alguns valores que considero fundamentais nas ações da minha pequena, já nem tão pequena assim.

E aí é uma pauta, é difícil crescer, entender a cada passo que se cresce é uma nova responsabilidade que se abraça, sem muito tempo para escolhas. Um exemplo muito interessante é o colinho. 

Ela foi uma criança de muito colo, depois que aprendeu a andar começou a negar o meu colo e lutar pelo direito de ir no chão e se possível de mãos soltas, livre, na orla, mas eu que conheço a curiosidade e rapidez da criança que tenho poucas vezes aceitei as mãos soltas perto de carros. Mas, agora ela tá grande, amo dar colinho mas meu fisioterapeuta tá louco para se ver livre de mim e das minhas dores nas costas permanentes e constantes. É só ela? Claro que não. Tem meu sedentarismos. Mas comecei ainda que muito timidamente o processo de voltar a me olhar e me cuidar para dar conta de cumprir a promessa que fiz a ela de que vamos rodar por todo esse país. 

Ser a mãe que podemos ser é lindo!

Todos os dias são passado

A uma semana de entregar uma nova crônica para o “ArteVistas”, busco inspiração em fotos antigas de família.

Bem que eu gostaria de escrever algo leve e atual, mas em tempos de afastamento social e pouca empatia – mesmo atenuados pela brisa acolhedora de agosto no meu sertão praieiro –, o passado se mostra o melhor parceiro.

Lembro-me de uma entrevista em que o escritor amazonense, Milton Hatoum, afirma que “a literatura trabalha e reaviva o passado”. Portanto, não o lastimo, pelo contrário, louvo o passado; ele nos permite brincar com as palavras na tentativa de decifrar a alma humana.

Pego, então, os álbuns de fotografias e vou carimbando minhas digitais nas velhas páginas da infância, adolescência e juventude.

Estou nos braços da minha mãe, à frente do meu saudoso pai, boquinha prestes a soprar a primeira velinha. Uso um lindo vestido de organza azul feito pela parente modista, em perfeita composição com o laço da cabeça. Meninas vestiam azul às vésperas de 1960.

Aposto todas as velinhas sucessoras, que minha mãe não fez ali um apelo genérico, do tipo: “Que minha filha seja feliz!”. Arisca e cuidadosa como ela só, não submeteria o futuro da caçula a interpretações de divindades já tão sobrecarregadas de pedidos. Certamente encomendou os mínimos detalhes em silêncio, conforme a tradição: “Saúde, profissão digna, autossuficência, casamento por amor e filhos saudáveis”. Nessa ordem. Desejo de mãe é sagrado.

Salto treze anos e caio nas areias escaldantes do Pecém, jangadas ao fundo. Eu, irmã e primas. Férias de verão. Falar em verão no Nordeste é igual a “subir pra cima” ou “entrar pra dentro”. Não está de todo errado, mas é “over”, segundo os colonizados chiques. Excesso de coisa nenhuma.

Quatro temporadas depois e eis-me fantasiada de havaiana com uma querida amiga. Aquele carnaval ouviu meu grito de maioridade. Foi-se o arroubo juvenil, permanece a longeva amizade.

Devolvo o passado à estante e retomo a criação sem pressa do livro de gênero ainda indefinido, uma novela, talvez? Alterno com a leitura de um clássico literário. Estamos sempre trazendo o ontem. E lembrei-me novamente do grande Hatoum.

No tempo do tempo

Mesmo com a nossa habitual ansiedade, uns mais outros menos, tudo na vida tem o seu momento certo para acontecer. Legal a sabedoria do tempo que também nos leva a perceber quanto os obstáculos, impedimentos, atrasos, vão acabando por se transformar em instrumentos necessários ao amadurecimento que precisamos para a manifestação do que tem que ser. Quando arrancamos uma fruta do pé antes da hora, só por estar aparentemente bonita, ou a perdemos ou vamos ter que esperar amadurecer. Saber esperar pode ser mesmo uma arte. Por mais angustiante que pareça aguardar por aquele encontro maravilhoso, pelo resultado de um concurso ou tentar tapear o tempo da espera torturante de um acontecimento certo e ruim marcado para determinada data, às vezes situações que se dependessem da nossa vontade, não chegaria o dia nunca. Só com o tempo descobrimos o valor de nos rendermos a ele, desapegar das exigências só da vontade, confiar na vida, sair do controle e apenas viver o que vier. Talvez esperar pode ser arte, somente se conseguirmos aprender a importância do tempo, a maturar as coisas dentro e fora de nós. Sabedoria então pode ser conseguir o equilíbrio entre o que não precisa da angustia da pressa e aquilo com o que não devemos perder tempo, pois o tempo do tempo chegou…

Afaste-se de pessoas tóxicas

Pessoas tóxicas, o que fazer com elas?

No artigo anterior, falamos sobre larvas astrais e como se limpar disso. Nesse artigo, vamos aprofundar isso ainda mais acessando possíveis raízes: pensamentos e pessoas.

Por estarmos conectados uns aos outros nas interações sociais, as vezes as energias negativas aparecem e não sabemos sua fonte.

O filme sobrenatural que assusta e também inspira a sempre afastar as Pessoas Tóxicas. Todo mundo já viu algum filme onde um personagem extremamente chato arrancou boas risadas. Porém em alguns casos nem tanto, pois algumas vezes esse chato lembra alguém na sua vida e pessoas do tipo no mundo real não são nada divertidas.

Esses chatos descritos em narrativas das mais variadas, geralmente foram inspirados em pessoas de carne e osso. Pessoas que na vida real são vistas como tóxicas. As Pessoas Tóxicas são muito conhecidas por nomes como Os Chatos, Os Malas e também como Os Encostos.

Outro ponto que você leitor(a) deve estar atento é a quantidade de horas assistida durante a semana de telejornais, programas policiais e outros programas que muitas vezes baixam nossa vibração.

De nada adianta você afastar pessoas tóxicas e ligar a tv e acessar um portal (sim a tv assim como celular tornam-se portais energéticos de transmissão de conteúdo) e descarregar um monte de lixo energético que irá comprometer a vibração da sua sala, ou do seu quarto, do seu campo ou da sua família!

No artigo anterior intitulado: “O que você está fazendo consigo mesmo?”, ao qual eu havia mencionado sobre larvas astrais e explicado sobre, aqui irei explicar as fontes da mesma e como você começar a tomar consciência sobre.

  • Política: um dos maiores portais de acesso de confusões, brigas, intrigas e conflitos entre familiares nos últimos 2 natais(muita gente passou o natal de 2018 e 2019 sem se falar por conta de briga política partidária). Será que precisa falar mais? Já existe argumento suficiente? Esse assunto deve ser evitado em conversas em redes sociais, presencialmente pois acaba baixando a vibração, acessando raiva, ódio, descontentamento e outros sentimentos tóxicos. E sim, como foi falado nos artigos anteriores, cada padrão vibratório acessa um conteúdo designado e abre larvas astrais ligadas a esse assunto;
  • Religião: tem um ditado popular que diz: “não se discute política, religião nem futebol”. Semelhante a política, discutir sobre religião também pode acessar baixas vibrações e assim acessar larvas astrais para a pessoa ou local ligada a aquele assunto. É outro tema que deve ser evitado;
  • Estádios de futebol: sim, esse local também gera muita larva astral. Já pensou que num estádio de futebol de cada 10 palavras que as pessoas falam, 5 são para xingar a mãe do juiz? E por aí vai…  quase todas as palavras faladas são de padrão vibratório baixo, então isso acessa conteúdos e larvas astrais semelhantes ao padrão vibratório. Observe se faz sentido isso quando se assiste uma partida seja na tv ou no estádio como as pessoas descarregam (de forma inconsciente) sua raiva, frustração, etc no jogador específico ou jogo ou time do “seu coração”..
  • Casas de swing/saunas/motéis: aqui estou colocando esses três locais diferentes num mesmo pacote porque aqui existe em evidencia a energia sexual mobilizada nesses locais. Locais aonde existe energia do sexo sem amor como é o que acontece em 9 de 10 casos de pessoas que vão a esses ambientes geram uma forma pensamento padrão de promiscuidade e um campo ordenador desqualificado. Dito isso, não
  • estou dizendo que não possa ir a um motel com seu marido de vez em quando, mas se puder alugar um apartamento de temporada em aplicativos especializados ou uma casa de praia, certamente será melhor do ponto de vista energético para passarem momentos juntos num final de semana por exemplo.

Finalizando, já vimos anteriormente, o primeiro passo para me afastar de pessoas tóxicas é eu deixando de ser tóxico. Com isso, eu passo a vigiar as formas pensamento internas.

Nesse artigo, trouxemos a tomada de consciência de conversa, padrões mentais e emocionais tóxicos para evitar. Cabe a você leitor avaliar esses assuntos e trazer a seguinte pergunta: Qual o custo de eu continuar essa conversa?

No próximo artigo daremos continuidade sobre isso, falando dos caminhos de mudança mental e formas de se auto limpar. Caso você se perceba preso em padrões densos de pensamento e não sabe como sair disso, buque conversar comigo e agende sua sessão online. Isso pode te ajudar a trazer caminhos de transformação que podem beneficiar sua relação afetiva, profissional, finanças e autoestima.

Uma receita de pão

Nesse domingo compartilho com vocês aqui uma receita bem básica de pão. Segue os passos e me diz depois se deu certo.

Receita para 1kg de farinha de trigo – 3 pães médios de cerca de 600g cada:

▪︎ 700ml de água fria ou gelada

▪︎ 20g (1 colher de sopa) de sal

▪︎ 75g  (5 colheres de sopa) de açúcar

▪︎ 60g (4 colheres de sopa) de óleo

▪︎ 8g   (80% do pacote de 10g) de fermento biológico seco

MODO DE PREPARO

▪︎ primeiro de tudo: peneira-se a farinha de trigo para garantir que está boa;
▪︎ dissolve-se bem na água o açúcar e o sal;
▪︎ despeja-se de uma só vez o líquido na farinha peneirada – agora, adiciona-se grãos a gosto;

▪︎ mistura-se até não ter mais farinha seca – não precisa mexer muito agora;
▪︎ descansa-se essa massa por pelo menos 60min, pode ser na geladeira, bem protegida, tampada;
▪︎ após isso, adiciona-se o óleo e em seguida o fermento biológico hidratado até um ponto de pasta: – cuidado: conte as gotas de água para não molhar de mais.
▪︎ dobra-se a massa sobre ela mesma repetidamente com as mãos para incorporar a mistura do fermento;

▪︎ delicadamente modela-se os pães e os coloca nas formas para crescer;
▪︎ por volta de 45min observa-se o crescimento dos pães em forma para ligar o forno  e aquecê-lo a 200°C no mínimo.

espera-se esfriar/amornar um pouco antes de desenformar os pães.

cobre-se pães com um pano limpo e pouco úmido enquanto esfriam;

Corpo Matéria

Por Gemini Luz

É no corpo que sentimos a passagem do tempo, é ele que aponta os lugares de tensão e também é ele que reage aos mais sutis sinais. Ele quem adoece quando não aceitamos o caminhar fluido do existir. Esses dias iniciei uma terapia nova a partir do corpo e o que posso dizer a respeito? É transcendental curar a alma sem tocar nas feridas, apenas liberando o fluxo e agradecendo pelo existir e pela a chance de poder fazer diferente.

Na vida temos muitas chances, mesmo os mais desprovidos de oportunidades estão cheios de chances. Cada dia é uma nova chance! Escolho trabalhar todos os dias, pois acredito em nós, acredito nos sorrisos, nos brilhos nos olhos e no mar de chances que precisam ser aproveitadas. 

Não estamos aqui para salvar ninguém de coisa alguma, mas por crer que arte, afeto e participação transformam realidades. Boa jornada e ouça seu corpo ele guarda memórias para além da matéria.