Nem eira nem beira

Certo dia, conta um conto, que

Mais-Eu e Mais-Você andavam peraí

Conversando estavam dizendo que

de Dois-Mais-Dois podia se sair cinco, tanto quanto

O Fim do Mundo não era no Quando

Mas no Quanto que Tu-Tem do Mundo

Mais-Você foi abriu aos Quatro-Ventos

De um Sacolé, disse que Cachaça era da Boa

Que água Quente percurava, sendo que da fria

Só se o Sol deixasse. Pois Era dia, Dia-que-bebia.

Foi quando Mais-Eu-, contente que estava,

Debaixo da Lua, pensando Nela, Naquela,

Ouviu a Cama do Coração,

É que a Cama era da Boa, diz que

Tentando dizer que…

Hmmm….

Jurava que a Parada era Da Beira

E Mais-Você era da Beira,

Sendo que como Mais-Eu andava sem Eira

Não tinha como.

Jogo tava marcado.

“Sem Eira não Tinha Beira.”