Uma história real!

Olá, povo!

Como estão todos?

Parece que as coisas voltaram ao normal, não é? Não fosse pelo uso das máscaras, talvez nem nos lembraríamos de termos vivido dias tão tensos. Mas não confiem nesse ar de normalidade, ainda temos um vírus letal circulando em nosso dia a dia. Continuem se cuidando e usem máscaras.

O filme de hoje “Quanto Vale?”, nos conta uma história baseada em fatos reais.

Após os atentados de 11 de setembro de 2001 nos EUA, o governo norte americano, as companhias aéreas e outras empresas de diversos ramos se preocupavam com ações judiciais que poderiam ocorrer, movidas por familiares das vitimas desse triste capítulo da história. Responsabilidade civil é algo muito importante nos EUA e os danos financeiros seriam desastrosos.

Desse modo foi criado um Fundo de Vítimas do 11 de Setembro, a fim de indenizar as famílias da vítimas e os que, em serviço, adoeceram, como: bombeiros, socorristas, serventes, policiais entre outros.

O responsável por procurar as famílias das vitimas e convencê-las a aceitar a indenização do fundo e não ingressar com processos foi Ken Feinberg (Michael Keaton), um advogado renomado e bem sucedido que, tradicionalmente, atuava na área de litígios cíveis. Ele se candidatou a ser o responsável por esse fundo, porque queria ajudar seus compatriotas de alguma forma. Se ofereceu ao governo americano e fez esse trabalho gratuitamente.

Ao longo das negociações, seu comportamento e entendimento sobre questões indenizatórias muda, e isso é o mais bonito na jornada contada no filme.

Além de Michael Keaton, outros grandes atores compõem o elenco, figuras como: Stanley Tucci, Amy Ryan e Tate Donavan.

Um ótimo filme! Disponível na Netflix. Assistam.

Até o próximo mês, queridos! E como novembro é o mês do meu aniversário, vou presentear vocês com comentários sobre três filmes, ok?

Cuidem-se!

Forte abraço!

Janaina Alencar.

Campo de magia: o que é e como se proteger

Desde a antiguidade a palavra magia soou e até hoje soa como algo negativo. Desde épocas muito antigas, existem escolas de iniciação ritualística. O conceito inicial básico de magia é forma-pensamento ou intenção, ou seja, se ela é ruim, torna-se magia ruim, se ela é forma-pensamento boa, torna-se magia boa.

          Algumas dessas pessoas desvirtuaram-se da proposta original que deveria ser a conexão com 4 elementos da natureza (terra, água, fogo e ar) e suas formas arquetípicas com intenção de elevação do espírito e respeito ao livre arbítrio alheio.

 Esses que por próprio livre arbítrio decidiram caminhar em águas turvas, se auto intitularam como magos negros, interferindo no livre arbítrio e sofrendo consequências dessas ações através do princípio de choque de retorno. Ou seja, se faço o mal, recebo o mal que inevitavelmente envio.

          Muitos desses seres desencarnaram e no plano astral exercem influencia sobre uma cadeia de comando  e com nós encarnados que estejam na faixa vibratória deles. Os magos negros ainda podem induzir a pessoa, através de seus sentimentos de culpa e baixa auto estima a achar que jamais poderão receber a Luz Divina, e não encontram objetivo em nada.

Em grande parte das vezes, infligem a si mesmos os mais diversos castigos e, mesmo quando recebem a ajuda de outros espíritos e das almas iluminadas, eles argumentam que seus crimes são imperdoáveis e anseiam por “castigos” que possam “purificá-los”. Vivem acreditando que são indignos de qualquer perdão, e se não forem auxiliados, podem chegar inclusive ao suicídio.

A prática da magia negra é explicada, à luz da doutrina espírita pelo Livro dos Espíritos em suas questões 549 e 550, sob o título de “Pactos”, de 551 a 556, sob o de “Poder Oculto, Talismâs e Feiticeiros”, e 557 “Bençãos e Maldições”. Ali se ensina que as ações de espíritos voltados para o mal sobre as pessoas podem ser impedidas, caso a pessoa objeto dessas ações invocar, em sua proteção, a ação de espíritos voltados para o bem.

Ensina, ainda, que para que uma pessoa tenha a ajuda de espíritos voltados para o bem, ela deverá manter-se em harmonia com eles, envolvendo-se, em todas as suas atividades e práticas, com pensamentos nobres e sempre procurando auxiliar aos necessitados.

Alguns espíritas erram ao achar que é só querer que se livra da obsessão. O médium altamente treinado, consegue…mas a sofisticação das obsessões só faz crescer. Hoje em dia não existem mais obsessões simples. Em geral são complexas, agravadas pela instalação de aparelhos astrais na região para-cervical (no corpo astral um espelho do corpo físico). Porém, as condições predisponentes são realmente dadas pela própria pessoa, que é ignorante ou ignora voluntariamente a Lei de Causa e Efeito, e usa seu arbítrio erroneamente, ou nem ao menos exercita durante a vida seu direito de escolhas.

Geralmente não é quem erra muito quem mais fica sob o jugo dos magos negros, mas quem se deixa levar, quem não se esforça para evoluir, e não compreende que suas dificuldades, na verdade são lições que ainda precisam ser aprendidas, exercitadas, restauradas. Preferem o lugar de vítimas, ou seguem o “deixa a vida me levar” ao pé da letra, ou pior, fazem escambo com a escuridão em troca de benefícios próprios. Esse último caso é o que mais acontece.

Casos como de pessoas que insistem em um relacionamento que já acabou e fazem uma “amarração” espiritual estão infringindo o livre arbítrio da pessoa em questão e muitas vezes sem saber fazem magia negra. O custo de retorno disso é alto pois gera cobranças pelo próprio ato gerado.

Caso você tenha feito isso no passado ou tenha sido alvo disso, saiba que isso é mais comum do que se imagina e pode ser resolvido. No próximo artigo, daremos continuidade desse ponto. Fale conosco e faça essa quebra energética.

Onde mora a lembrança?

Será que mora no nome da minha mãe que tenho que dar pra minha filha? Mora na lápide, marcando data de vida e morte? Na letra das cartas nunca enviadas? Na culpa? Poderia mesmo ter feito diferente?

Mora na conversa que conta como era uma situação pra quem nunca viveu aquele momento, tentando buscar detalhes?

Será que a lembrança mora dentro do sonho, numa imagem que nunca aconteceu, mas poderia ter acontecido?

Mora no beijo de despedida?

Na música?

Na aflição?

Na alegria?

Na conquista?

Nos encontros?

Mora na imagem, na foto que não se mexe e você vai sempre ter só aquela posição?

Será que a lembrança mora naquela ação que você não lembra direito como aconteceu, mas sabe porque aconteceu? Na intenção?

Mora no trauma? No “eu não quero mais” ou “quero melhor”?

Mora no cuidado, carinho e zelo?

Mora na parte boa ou na parte ruim? 

Onde escuta a voz de novo?

Quando a gente percebe que algumas coisas estão indo embora, onde vamos buscar a lembrança?

Ela mora mesmo na memória?

Vocacionados para mais

Facetas da Expansão – 29-09-21

Evoluir é a necessidade que nos move. Consciente ou inconscientemente, somos para o crescimento. Uma vez li algo do grande educador Paulo Freire que dizia: “o ser humano é vocacionado para mais, para a expansão”. De fato, se observarmos bem, em diferentes fases da vida estamos sempre enfocando algum tipo de objetivo que nos levará a mais. Afinal, como humanos, precisamos encontrar formas de nos desenvolver e nos tornar melhores, maiores, abundantes, importantes, mais informados e um dia, quem sabe, até iluminados. O impulso para evoluir em todas as dimensões vem de um anseio expansionista vital. Quando estamos abertos e receptivos ao novo, o entusiasmo e a felicidade que isso proporciona, gera sempre vontade de ir além… Se escolhemos expandir de forma ecológica, agindo de forma positiva e coletiva, nos tornamos cada vez mais generosos, otimistas, humanizados, solidários, empáticos e naturalmente desejosos de contribuir para que outros enveredem pelo mesmo caminho.  Mas existe também a expansão negativa, aquele tipo que acontece quando se escolhe pela manifestação de facetas da personalidade que reforçam o exagero, gerando coisas como a gula, o fanatismo, o autoritarismo, a ganância, a vaidade, a agitação, a megalomania, o exibicionismo e muitas outras coisas desagradáveis, nada geradoras da vida longa, fluída e boa que a nossa alma quando acessa, reconhece e se aquieta.

Expansão

Expandir pode significar também ousar alargar os horizontes, ampliar o campo de visão para uma atuação que propicie outros significados da vida. É saber aproveitar as oportunidades quando elas surgem nos convidando a sair do lugar comum para experimentar coisas que levem a um novo crescimento. Todo mundo tem algo grandioso que gostaria de realizar, um desejo silencioso de dar um passo mais ousado. Pena que muitas vezes ficamos só na idealização, no desejo de… sem ousar nos lançar de fato, com ações mais comprometidas com os próprios sonhos. Muitas vezes desconhecemos que a concretização dos nossos anseios dependerá basicamente do tamanho dessa vontade. Quando nos acomodamos na constatação “procrastinante” de que um sonho não é realizável, pode ser então que isso seja mais fantasia do que um sonho verdadeiro, apenas ilusão estagnante a camuflar o medo de ousar dar passos no desconhecido, de quebrar a resistência e viver o prazer de algo inusitado acontecer. Sabendo disso, para aproveitar melhor a energia de expansão que agora está no ar, é bom refletir sobre o que pode nos dar um sentido mais verdadeiro de perspectiva e direção concretizando alegrias da nossa criação, ousando ser o que viemos aqui fazer de bom e belo.

Comunicação não falada

Anos atrás, lá no período de universidade, compreendi a enorme importância que é, para uma pessoa surda, comunicar-se com o mundo. Não só com outros indivíduos da comunidade surda, mas também com professores, atendentes do comércio, para pedir informações na rua e em outras situações da vida em sociedade.

Como interessado que sou, sempre me encanto quando o assunto é aprender a usar a linguagem para comunicar. Não foi diferente quando tive o prazer de aprender um pouco da língua brasileira de sinais durante um semestre. Imagina aí: não é português, essa idioma que nós ouvintes desenvolvemos e aprendemos a falar ao longo da infância. É uma coisa totalmente nova, diferente e especial.

Provavelmente você nunca irá conversar com uma pessoa surda, mas, se acontecer uma situação em que para ajudar tal pessoa seja uma precisão, você poderia ajudar?

Foi o que me perguntei, recentemente, quando precisei me comunicar com a Larissa Nara. Certo dia ela apareceu no meu trabalho e foi aí que tive a honra de conhecê-la. Logo no primeiro contato pude perceber sua alegria ao ver que, mesmo pouco, eu conseguia compreendê-la e assim ajudá-la. Hoje, depois de alguns encontros, sinto já ter uma nova amizade em Quixadá.

Com o desenrolar das conversas que seguiram pedi permissão para fazer algumas perguntas sobre sua vida pessoal para escrever um pouco. Tive a permissão, e suas respostas revelam uma realidade que todos deveriam conhecer.

Larissa me contou que sofre com ansiedade e depressão. Uma situação bem triste pois, como ela me disse, tem poucos amigos para conversar, e sua família não sabe usar a LIBRAS.

Imagina só que difícil. Para nós, que vivemos a vida toda desabafando aos amigos e parentes sobre nossas dores, conflitos, problemas e angústias é quase inimaginável um cenário onde não há pessoas do seu círculo íntimo ou até mesmo profissional que possam lhe acolher ou ser apenas um “ouvido” para desabafar.

Quase ninguém pensa nessas questões. É o que percebo, como ouvinte. Estamos tão confortáveis com nossas vidas, de certo modo, que não pensamos que pessoas com deficiência, como a surdez, passam por problemas tão semelhantes aos nossos no campo familiar, social e profissional e que para elas as possibilidades de redes de apoio são muito mais limitadas.

Este texto é um desabafo e um manifesto ao mesmo tempo. Minha intenção é que quem me leia sensibilize-se quanto a este assunto e procure aprender pelo menos o básico de LIBRAS, para que um dia possa ser um fio de luz, de alegria e de esperança na vida de alguém que muitas vezes é ignorado, marginalizado e excluído por ter uma condição de vida diferente.

A vida de uma pessoa surda em uma sociedade como a nossa ainda é difícil. Pouquíssimas pessoas têm interesse em aprender e instituições dão pouco ou nenhum estímulo para formar seus colaboradores no uso da linguagem de sinais.

A verdade é que a vida de uma pessoa surda não tem que ser entediante, frustrante, triste e pesarosa. Nossa sociedade só estará plenamente evoluída quando nossos governos entenderem que LIBRAS é/deveria ser um componente importante para o currículo escolar desde as primeiras séries do ensino fundamental.

Precisamos enxergar a linguagem de sinais como ela realmente é, como qualquer idioma, rico, vivo, atraente, curioso, instigante, lúdico, dinâmico e cheio de historicidade. Entender que aprender pode transformar vidas e, quando se trata de aprender para incluir, faz muito mais sentido.

Pessoalmente, sempre considerei sensacional a possibilidade de me comunicar com e fazer parte de várias tribos/comunidades. A diversidade na cultura enriquece qualquer um que ouse entender e/ou fazer parte. Na comunicação por meio dos sinais o uso das expressões corporais são essenciais e é simplesmente lindo de se ver, na minha visão de mundo.

Apesar de não ser fácil para as pessoas com deficiências em geral, a vida merece ser valorizada e cuidada por todas as pessoas.

Viva a linguagem de sinais!

Estar solitário

“Saber ser solitário é fundamental para a arte de amar. Quando conseguimos estar sozinhos, podemos estar com os outros sem usá-los como formas de escape.” bell hooks

Quem disse que é impossível ser feliz sozinho? Se pensarmos bem, essa aí pode ser mais uma das construções da sociedade de consumo, propagadora da ideia romântica e superficial das relações, a crença na idealização do amor, geradora de mais inadequações e infelicidade do que bons vínculos, o que só contribui para distanciar as pessoas de si mesmas e também das milhões de possibilidades saudáveis de um outro mais real e simplesmente humano. Mas, se queremos ser bons parceiros amorosos devemos, antes de tudo, aprender a ser bons com nós mesmos. Afinal, saber nos agradar, respeitar, reconhecer e curtir as nossas idiossincrasias é fundamental para a conquista do bem estar com a vida que tanto queremos. Quem consegue ser feliz sozinho é capaz de ser generoso e equilibrado, demonstra ter as condições essenciais para conquistar alguém e sentir-se mais respeitado e realizado nas inúmeras funções que envolvem os relacionamentos e o amor. Pena que para tanta gente, estar sozinho é tão doloroso, sem percebe o quanto saber ser solitário pode ser também uma boa escolha de vez em quando. Algo que precisamos também olhar com carinho quando chega esse tempo, ao invés de viver a tentar ocupar, preencher com qualquer coisa ou de qualquer jeito o espaço criativo do auto amor.

Vou me explicar

Por Roberta Bonfim

Essas terças eram pra eu dar conta de atualizar a turma sobre os encaminhamentos da Lugar ArteVistas, mas como ando precisando de valvula de escape, estou usando-o de forma mais pessoal.

Hoje por exemplo, vou usar para uma brincadeira que adoro e que a tempos não pratico.

Olhei uma foto no feed de um colega e comentei:

  • Acho muito chique! Serim! A cara do núcleo rico da novela da globo.

Ao que ele sensível e gentilmente respondeu:

  • “Digno de uma transformação de narrativa. Onde o garoto do Lebon percebe no meio de sua trajetória, que vive em uma bolha criada por aqueles que querem manter o monopólio do poder”.

Quem me conhece bem sabe que um dos meus grandes prazeres é trabalhar para transformar narrativas, então vamos ao desenferrujar dessa escrita que sempre me foi uma boa distração. E que com a maternidade e os corres do existir em tempos líquidos traz. Mas, neste instante a cria dorme. 

Bora!

Fernando é carioca da gema, daqueles que acorda no surf e antes de ir pra casa ao final do dia joga tênis para desopilar do dia estressante onde todos passam o dia competindo e concorrendo. Todos buscando os holofotes e trabalhando pelo engordar da conta bancária que garante os privilégios e o melhor ar de respirar da praia do Leblon. É vizinho do prédio de Chico Buarque de Holanda e cresceu ouvindo ao longe a viola, mas sem ouvir bem as letras. Assim viveu a vida, correndo para manter o lugar de poder ser, no mundo em quem não tem não é ou se quer existe. Já imaginou os números dos que se quer existem socialmente com registro no Brasil? Essa reflexão não pairava pela cabeça de Fernando. Não mesmo! E assim ele viveria anestesiado para sempre, não fosse sua plena admiração por gaivotas.

Ele gostava de observá-las e desenhá-las e foi uma gaivota que o levou a ver ao longe um garoto que ao contar sua história transformaria em completude a narrativa desta história, da vida de Fernando e até da sua. É que naquele instante Fernando foi despertado para realidade e descobriu que sem grandes esforços poderia gerar pequenas transformações externas que geram sempre, grandes internas. 

E Fernando já não era o mesmo. De tudo que ele era sobrou o surf e o tênis.

Grata João!

Um filme antigo, mas sempre atual!

Olá, povo!

Como estão todos?

Fico feliz que a vacinação tenha acelerado e que estejamos encaminhando, cada dia mais perto, para a vida normal! Com abraços, reuniões de amigos e sem medo!

Trago hoje para vocês um filme antigo, de 1999, mas muito atual nas questões que nos trás em seu roteiro! Falo de “O Talentoso Ripley”!

Matt Damon não precisa de apresentações, além de seu um ator maravilhoso, tem talento para escolher os filmes que estrela.

Seu personagem, Tom Ripley, é um garoto inteligentíssimo, talentoso e sombrio! Com vergonha de não ter uma roupa adequada para substituir um músico em uma apresentação, pega emprestado um blazer de uma escola renomada e para ricos. Acaba sendo confundido com um aluno, e, acreditando que Tom estudou com seu filho, pede ajuda para lidar com a rebeldia desde.

Quase que sem querer, Tom aceita a missão que o pai de “seu colega de escola” lhe dá, e viaja para Itália a fim de cumprir essa missão. Trama um plano quase inocente, mas que toma proporções gigantescas e assustadoras, e se mete numa história maluca. E assim o filme se desenrola!

Uma trama inteligente e bizarra, que prende o telespectador, e nos faz torcer por Ripley, mesmo reprovando toda a sua estratégia.

Um filme que apaixona e intriga, e que consegue ter um final surpreendente.

O Talentoso Ripley esta disponível no Telecine Play.

Assistam! Se já assistiu, veja novamente! Vale a pena ver de novo, sempre!

Até outubro, povo! Não deixem de manter os cuidados, a pandemia não acabou.

Forte abraço!

Janaina Alencar.