Feliz no novo!!!

Olá, povo!

Como estão todos?

Desejo de todo coração que 2022 seja um ano bom, de saúde, prosperidade e de libertação dessa pandemia!

Infelizmente estamos passando por um novo ciclo de contágio intenso, com muita gente infectada! Ainda bem que já temos vacina, um índice de vacinados muito bom e que a Covid não é mais tão ameaçadora como antes! Mas ainda é um risco! E não podemos nos descuidar de jeito nenhum, muito pelo contrário! Já sabemos como evitar pegar esse troço, então vamos manter o uso de máscaras, de álcool 70%, lavar sempre as mão e evitar aglomeração!

E já que teremos que nos resguardar em casa mais um tempo outra vez, que tal um bom filme?

Nessa primeira coluna de 2022 trago um filme muitíssimo comentado no final do ano passado: “Não Olhe Para Cima”! Uma produção da Netflix, com um elenco muito porreta e interpretações soberbas.

O filme é uma sátira ao que vivemos no mundo de hoje! Uma crítica ao negacionismo e à priorização do lucro e do dinheiro acima de tudo e de todos.

Assisti ao filme sem ler nenhuma sinopse e sem ver trailer, e poderia jurar que o roteirista estava falando do Brasil! Sem sombra de dúvidas que a analogia é cabível! Mas não é somente aqui que temos pessoas que se contrapõem à ciência, sem nenhum embasamento, acreditando em milagres, negando o óbvio e acreditando em quem só está interessado em ganhar muito dinheiro com a desgraça do povo.

O enredo dessa produção seria uma comedia das melhores, mas como parece demais com a realidade, não é tão engraçado assim! É tão surreal e inacreditável como está o mundo hoje!

Uma excelente pedida para uma reflexão!

Questionar e duvidar do que está posto é sempre válido e necessário, mas não podemos perder o senso de realidade, de razoabilidade e de proporcionalidade.

Assistam! Espero que curtam tanto quanto eu.

Até fevereiro!

Cuidem-se!

Forte abraço!

Janaina Alencar.

Dobradinha de dezembro!

Olá, povo!

Como estão todos?

Quando a gente pensa que tá ganhando o jogo e que as coisas vão voltar aos eixos, aparece uma nova variante pra tirar nosso sossego, né? Então a solução é continuar com os cuidados, tomar a vacina e não se aglomerar! Cuidem-se!

Vamos de dobradinha hoje, ok?

Começo por uma produção alemã: “O caso Collini”! É um filme baseado em fatos reais que nos conta a história de um homem que assassina um rico empresário a sangue frio, aparentemente sem qualquer motivação para o crime. Um jovem advogado, recém formado, é incumbido de defender o assassino e acaba descobrindo o passado pesadíssimo da vítima e o porque dele ter sido assassinado!

Na vida real, o caso foi foco de um polêmico julgamento em 2000, na Alemanha, mas não houve um assassinato para desencadear a descoberta dos fatos. O escritor Ferdinand von Schirach relatou o caso em um livro que embasou a película.

Um filme intrigante, complexo e emocionante! Disponível na Netflix! Assistam! É muito, muito bom!

A outra produção que trago para vcs é: “As Espiãs de Churchill”! Na segunda guerra mundial, com a França invadida pelos nazistas, a Inglaterra, seguindo ordens de Churchill, monta um departamento de espionagem para tentar debelar a expansão do domínio nazista na Europa. Duas mulheres, de aparência frágil, são recrutadas por uma outra mulher para serem espiãs e escrevem sua história de resistência ao regime nazista. O filme também é baseado em fatos reais. Uma história de determinação, superação e força femininas.

Só assistam! Disponível na Netflix.

Essa é a última coluna de 2021. Um ano desafiador! De muitas perdas, tristeza e insegurança, mas que enfim esta chegando ao fim e nos trazendo a renovação cheia de esperança que representam as festas de fim de ano!

Desejo a vcs um natal de muita paz e amor! E um 2022 de esperança, saúde e liberdade! Boas festas! Feliz ano novo!

Até o ano que vem!

Cuidem-se!

Forte abraço!

Janaina Alencar.

Três é melhor!

Olá, povo!

Como estão todos?

Até que enfim as coisas parecerem, de fato, estar entrando nos eixos, e a vida normal está cada dia mais próxima. Hoje, é até raro saber que alguém pegou Covid! As noticias são de vacinação, de diminuição de índices de infecção e de morte. As restrições estão sendo flexibilizadas em larga escala, quase não existem mais. Que bom que estamos vivos para presenciar esse momento! Viva à vacina! Viva à ciência! Viva o SUS!

Conforme o prometido, hoje a coluna vai trazer comentários sobre três filmes!

Primeiro trago a vcs a dobradinha polêmica lançada pela Amazon Prime, que nos relata o assassinato do casal Von Richthofen na versão de Suzane e de Daniel Cravinhos.

Em “A Menina que Matou os Pais”, Daniel Cravinhos conta sua história do relacionamento com Suzane Von Richthofen e o convívio com a família dela, e nos trás a sua versão de como aconteceu o assassinato dos pais dela na fatídica noite de 31 de outubro de 2002.

Pelos relatos de Daniel, Suzane nunca foi uma boa menina, inocente, subserviente aos pais. Ela sempre fez o que quis, burlando o rigor da criação de seus pais, como a maioria dos adolescentes faz, mas com aceso a muito dinheiro. Ele, como seu namorado, tentava ajudá-la a se libertar de seus pai, mas pelas vias corretas e tentando frear a rebeldia da moça, que o dominava completamente. E que ele fazia tudo por amor e para protegê-la. Ela arquitetou todo o plano para matar os pais e participou de todo o acontecimento, exceto do assassinato propriamente dito, que fora executado por ele e pelo seu irmão, Christian Cravinhos.

Em “O Menino que Matou Meus Pais”, a versão de Suzane, ela conta que era uma menina feliz, ingênua, inocente e obediente, que tinha uma relação harmônica com seus pais, que não queriam que ela mantivesse seu namoro com Daniel, por ele só ter interesse no dinheiro da família. Relata que Daniel a botou no mal caminho, fazendo-a usar drogas e forçando-a a transar com ele para provar o seu amor. Que a explorava financeiramente para que proporcionasse o que ele desejava, e que a induziu a participar do assassinato de seus pais, que ele mesmo planejou e executou em companhia de seu irmão, para que eles pudessem ficar juntos, casar e viver com a grana da herança sem a interferência dos pais dela em suas vidas.

Adoro filmes baseados em fatos reais, e adoro ouvir a versão dos condenados. Assistam e tirem suas conclusões.

O terceiro filme de hoje é “Filhos do Ódio”, também baseado em fatos reais, disponível na Netflix. Um filme revoltante, mas lindo e que nos dá esperança, que fala sobre a segregação racial nos EUA, sobretudo no Alabama. Filhos do Ódio conta a história de Bob Zellner (Lucas Till), um rapaz branco, de família classe média alta, aluno exemplar, neto de um dos lideres da KKK (Ku Klus Klan), criado para odiar negros, mas que não via diferença de cor entre as pessoas.

Zellner desafiou todas as barreiras e seu avô, para lutar pelo direito dos negros na década de 60.

Filhos do Ódio é um desses filmes que nos aquece o coração e no dá esperança na humanidade. Vejam!

Até dezembro, queridos.

Cuidem-se!

Forte abraço!

Janaina Alencar.

Uma história real!

Olá, povo!

Como estão todos?

Parece que as coisas voltaram ao normal, não é? Não fosse pelo uso das máscaras, talvez nem nos lembraríamos de termos vivido dias tão tensos. Mas não confiem nesse ar de normalidade, ainda temos um vírus letal circulando em nosso dia a dia. Continuem se cuidando e usem máscaras.

O filme de hoje “Quanto Vale?”, nos conta uma história baseada em fatos reais.

Após os atentados de 11 de setembro de 2001 nos EUA, o governo norte americano, as companhias aéreas e outras empresas de diversos ramos se preocupavam com ações judiciais que poderiam ocorrer, movidas por familiares das vitimas desse triste capítulo da história. Responsabilidade civil é algo muito importante nos EUA e os danos financeiros seriam desastrosos.

Desse modo foi criado um Fundo de Vítimas do 11 de Setembro, a fim de indenizar as famílias da vítimas e os que, em serviço, adoeceram, como: bombeiros, socorristas, serventes, policiais entre outros.

O responsável por procurar as famílias das vitimas e convencê-las a aceitar a indenização do fundo e não ingressar com processos foi Ken Feinberg (Michael Keaton), um advogado renomado e bem sucedido que, tradicionalmente, atuava na área de litígios cíveis. Ele se candidatou a ser o responsável por esse fundo, porque queria ajudar seus compatriotas de alguma forma. Se ofereceu ao governo americano e fez esse trabalho gratuitamente.

Ao longo das negociações, seu comportamento e entendimento sobre questões indenizatórias muda, e isso é o mais bonito na jornada contada no filme.

Além de Michael Keaton, outros grandes atores compõem o elenco, figuras como: Stanley Tucci, Amy Ryan e Tate Donavan.

Um ótimo filme! Disponível na Netflix. Assistam.

Até o próximo mês, queridos! E como novembro é o mês do meu aniversário, vou presentear vocês com comentários sobre três filmes, ok?

Cuidem-se!

Forte abraço!

Janaina Alencar.

Um filme antigo, mas sempre atual!

Olá, povo!

Como estão todos?

Fico feliz que a vacinação tenha acelerado e que estejamos encaminhando, cada dia mais perto, para a vida normal! Com abraços, reuniões de amigos e sem medo!

Trago hoje para vocês um filme antigo, de 1999, mas muito atual nas questões que nos trás em seu roteiro! Falo de “O Talentoso Ripley”!

Matt Damon não precisa de apresentações, além de seu um ator maravilhoso, tem talento para escolher os filmes que estrela.

Seu personagem, Tom Ripley, é um garoto inteligentíssimo, talentoso e sombrio! Com vergonha de não ter uma roupa adequada para substituir um músico em uma apresentação, pega emprestado um blazer de uma escola renomada e para ricos. Acaba sendo confundido com um aluno, e, acreditando que Tom estudou com seu filho, pede ajuda para lidar com a rebeldia desde.

Quase que sem querer, Tom aceita a missão que o pai de “seu colega de escola” lhe dá, e viaja para Itália a fim de cumprir essa missão. Trama um plano quase inocente, mas que toma proporções gigantescas e assustadoras, e se mete numa história maluca. E assim o filme se desenrola!

Uma trama inteligente e bizarra, que prende o telespectador, e nos faz torcer por Ripley, mesmo reprovando toda a sua estratégia.

Um filme que apaixona e intriga, e que consegue ter um final surpreendente.

O Talentoso Ripley esta disponível no Telecine Play.

Assistam! Se já assistiu, veja novamente! Vale a pena ver de novo, sempre!

Até outubro, povo! Não deixem de manter os cuidados, a pandemia não acabou.

Forte abraço!

Janaina Alencar.

Vamos de terror!

Olá, povo!

Como estão todos? Espero que estejam bem e em paz, sem descuidar dos protocolos sanitários da Covid.

Hoje a gente vai de terror! Um gênero de filme que as pessoas amam ou odeiam! Eu amo!

O casal Warren já é bem conhecido das pessoas que curtem bons filmes de terror! São filmes baseados em fatos reais, retiradas dos relatos das experiências pessoais dessa dupla. As produções são sempre muito bem elaboradas e protagonizadas por Vera Farmiga e Patrick Wilson, que interpretam Lorraine e Ed Warren, respectivamente.  

O filme de hoje é: “A Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio”. Ainda em cartaz nos cinemas, já está disponível no Now, para quem, como eu, não tem coragem de encarar uma sala de cinema por causa da pandemia.

A Invocação do Mal é hoje uma das principais franquias do gênero. Com efeitos especiais maravilhosos e um elenco incrível, os filmes são sempre muito esperados pelo público.

Apesar de ser o terceiro filme da franquia, suas histórias são independentes, não são continuação uma da outra.

Nesse 3º filme, diferente dos dois primeiros, a veia investigativa do Casal Warren foi bem explorada, pois, diante de um caso bem diferente dos muitos que participaram, esse tem uma pegada paranormal, e não sobrenatural. Uma possessão demoníaca com um objetivo, uma missão, e não somente a possessão de um demônio que vem só pra infernizar e destruir o que conseguir.

É um filme eletrizante, que prende a nossa atenção sem nos deixar respirar, que dá uma ansiedade de nos deixar colados na cadeira!

O filme tem tons sombrios, sempre na penumbra, deixando claro que levaremos um choque a qualquer minuto.

Um ótimo filme de terror, produzido brilhantemente e com um excelente enredo.

Assistam!

Até agosto, povo! Se cuidem!

Forte abraço!

Janaina Alencar.

Uma linda história!

Olá, povo!

Como estão todos? Na expectativa da vacina ou já se vacinaram? Fico muito feliz em ver tanta gente tomando a dose de esperança e alivio que é a vacina da Covid! Uma dose de luz em meio ao tempo sombrio em que vivemos! E, não se esqueçam, mesmo vacinados, é imprescindível que continuem se cuidando, ok?

Vou lhes trazer um filme lindo, que conta uma história de amor e de solidariedade! De empatia e abrigo! Esses sentimentos que nos dão esperança no ser humano! Que nos mostra que existem encontros de almas!

O filme de hoje, é “Rosa e Momo”, disponível na Netflix, com Sophia Loren como atriz coadjuvante, atuando magnificamente!

A história se passa na Itália. Rosa, uma ex prostituta que abriga crianças temporariamente em sua casa. Seu médico, que também acolhe menores em condição de vulnerabilidade, lhe pede que fique algumas semanas com Momo, um pré adolescente complicado e cheio que questões, que parece ser uma criança irredutível e impossível de educar!

Depois de muita resistência, Rosa decide aceitar Momo em sua casa, e a medida que o tempo vai passando, constroem uma relação de confiança, amizade e amor lindíssima! É um filme imperdível! Emocionante! Que aquece o coração!

Preparem a pipoca, a caixinha de lenço e assistam!

Até o próximo mês! Continuem os cuidados! USEM MÁSCARA!

Forte abraço!

Janaina Alencar.

Ainda sobre o Oscar 2021!

Olá, povo!

Como estão todos? Espero que mantendo os cuidados necessários, principalmente agora que estamos tendo um relaxamento no isolamento social, e muitos já devem estar voltando às atividades presenciais, o que requer maiores cuidados!

Esse ano, por causa da pandemia da Covid 19, a 93ª cerimônia do Oscar foi bem diferente. Não aconteceu no Teatro Dolby, em Los Angeles, como ocorre tradicionalmente. A cerimônia deu-se de forma híbrida, presencialmente, com número bem reduzido de participantes, todos testados para Covid e de máscara, na Union Station, em Los Angeles, e por videoconferência a partir das cidades de Paris e Londres. Apesar da mudança, manteve o tapete vermelho e seu glamour!

Hoje trago para vocês mais dois filmes indicados ao Oscar.

Primeiro falarei de “Meu Pai”, um filme que nos trás a história de um senhor de 81 anos, viúvo e que mora sozinho. Acostumado a ser uma pessoa independente, mas desenvolvendo demência a passos largos, não tem noção de sua doença e se recusa a ser auxiliado por uma cuidadora de idosos, fazendo com que sua filha tenha vários problemas com isso.

O filme é estrelado por Anthony Hopkins e Olivia Colmam, que dão show de interpretação! Me atrevo a dizer que foi a melhor atuação de Anthony Hopkins, que inclusive levou a estatueta de melhor ator! Merecidíssimo!

“Meu Pai” foi indicado a 06 categorias: melhor filme, melhor ator (Anthony Hopkins), melhor atriz coadjuvante (Olivia Colman), melhor roteiro adaptado, melhor edição e melhor design de produção. Levou dois Oscar, melhor ator e melhor roteiro adaptado!

É um filme emocionante, tenso, que nos mostra como podemos nos tornar frágeis e vulneráveis! É imperdível! E aconselho a assistam com uma caixinha de lenço à tira colo! Está disponível no NOW.

O segundo filme de hoje é “Uma Noite em Miami”, filme dirigido pela já conhecida e premiada atriz, mas estreante como diretora: Regina King! Foi indicado a três Oscar: melhor ator coadjuvante (Leslie Odom Jr), melhor cação original e melhor roteiro adaptado.

Nos trás um recorte da história de Muhammad Ali, quando ainda se chamava Cassius Clay. É uma ficção. Fala do seu primeiro campeonato mundial de Box, antes de anunciar ao mundo que havia se convertido ao Islã. A produção conta como se deu essa conversão e da sua amizade com Malcom X, Sam Cooke e Jim Brown. Um filme lindo e intenso, de diálogos profundos e interpretações tocantes! Vale muito à pena assistir! Está disponível na Amazon Prime.

Até o mês que vem! Se cuidem!

Forte abraço!

Janaina Alencar.

Vamos de indicados para o Oscar 2021?

Olá, povo!

Como estão todos? Desejo que estejam todos bem, com saúde e se cuidando! A vacina da Covid está mais perto do que longe! Que todos consigamos manter o entusiasmo e a esperança!

Antes de falar sobre os filmes de hoje, quero tecer algumas informações adicionais sobre filmes que já compartilhei com vocês e que estão na corrida do Oscar!

Na coluna de janeiro comentei com vocês sobre “A Voz Suprema do Blues”, que está concorrendo a 05 Oscar: melhor ator, com a indicação póstuma de Chadwick Boseman; melhor atriz – Viola Davis; melhor direção de arte; melhor maquiagem e penteado e melhor figurino.

Na coluna de fevereiro trouxe para vocês “Relatos do Mundo”, que está indicado ao Oscar em 04 categorias: melhor fotografia, melhor produção, melhor som e melhor trilha sonora.

Em março falei sobre Os 7 de Chicago (e que continua sendo o melhor filme visto esse ano!), que vai disputar 05 estatuetas: melhor filme, melhor ator coadjuvante – Sacha Baron Cohen, melhor roteiro original, melhor montagem e melhor fotografia.

A cerimônia do Oscar será dia 25.04.2021, e hoje trago mais dois filmes que estão nessa corrida:

Em primeiro lugar vou lhes contar das minhas impressões sobre “Mank”! Um filme gravado em preto e branco, com uma fotografia e um figurino impecáveis, que tem como protagonista nada menos de Gary Oldman, e que, ainda, conta com outros atores maravilhosos e já bem conhecidos, como: Amanda Seyfried, Lily Collins, Charles Dance, Joseph Cross, entre outros.

O filme, dirigido por David Fincher, conta a tumultuosa história de Herman J. Mankiewicz, no período em que trabalhou para Orson Wells, e que escreveu sua maior obra prima – Cidadão Kane -, e da sua briga com Olson pelos créditos da obra.

O filme é intenso, nostálgico, profundo e lindíssimo. Gary Oldman – Mank, está, como sempre, magnífico em seu papel. Nos mostrando, mais uma vez, a natureza e o brilhantismo com que interpreta seus personagens.

O filme conta com 10 indicações ao Oscar desse ano. São elas: melhor filme, melhor ator – Gary Oldman, melhor atriz coadjuvante – Amanda Seyfried, melhor diretor – David Fincher, melhor trilha sonora original, melhor fotografia, melhor direção de arte, melhor figurino, melhor maquiagem e melhor produção. Está disponível na Netflix. Assistam!

Em segundo lugar, lhes trago O Som do Silêncio! Um filme denso e incrível, que nos faz submergir ao silêncio (embora tenha uma edição de som espetacular). Nos trás várias reflexões sobre a vida, seus desafios e perdas, a total falta de controle sobre ela, ao renascimento, ao poder de adaptação, à resiliência e a capacidade de se reinventar. Um drama com nuances impactantes. Belíssimo!

Está na corrida por 06 estátuas douradas: melhor filme, melhor ator – Riz Ahmed, melhor ator coadjuvante – Paul Raci, melhor roteiro original, melhor montagem e melhor produção. Disponível nas plataformas: Prime Video, YouTube e Now. É imperdível!

Bons filmes e muita saúde para todos vocês!

Forte abraço!

Janaina Alencar.

O melhor filme do ano (até agora!)!

Olá, povo!

Como estão todos nesse período de lockdown? Quietinhos em casa, se protegendo do nosso inimigo invisível? Espero que estejam todos bem e com saúde! E, para ajudar a manter a saúde mental, vamos de 7ª arte para ajudar a passar o tempo em casa?

O filme que trago para vcs hoje, “Os 7 de Chicago”, é sensacional! Tem em seu elenco nomes já conhecidos e incríveis como: Sasha Baron Cohen e Eddie Redmayne, e outros, talvez não tão conhecidos, mas excelentes atores! Dirigido e escrito por Aaron Sorkin, o filme teve várias indicações nas premiações que já aconteceram esse ano: Golden Globe e Critc’s Choice.

A trama é um misto de realidade e ficção, e nos conta a história de um protesto pacifico, ocorrido em Chicago, contra a Guerra do Vietnã, que foi fortemente, e exageradamente, combatida pela policia. Um ano depois dos protestos, os organizadores foram condenados pelo Governo Federal Americano, numa tentativa gritante de transformar os manifestantes em bandidos.

O processo movido pelo Governo Federal americano teve, desde provas forjadas a ocultação de prova da inocência dos organizadores, porque o objetivo era condená-los, transformá-los em párias, sem que eles tivessem qualquer condição de se defender!

As cenas do tribunal, do julgamento dos 7, causa revolta, indignação e nojo! Coisas que acontecem quando nos deparamos com injustiça, racismo e autoritarismo!

O elenco foi escolhido a dedo, pois cada um deles encarnou seu personagem brilhantemente, dando show de interpretação, nos levando a risos e lágrimas.

Façam sua pipoca, acessem sua conta na Netflix e se deliciem com essa maravilha da 7ª arte, porque, sem sombra de dúvida, Os 7 de Chicago foi um dos melhores filmes que vi na vida, e o melhor desse ano, até agora!

Assistam!

Cuidem-se! Usem máscara! Usem álcool gel! Lavem as mãos! Não aglomerem! Protejam-se! Muita saúde, paciência e força para todos vocês!

Forte abraço e até abril!

Janaina Alencar.