Oscar 2022!

Oscar 2022!

Olá, povo!

Como estão todos?

Tomara que estejam todos bem, aproveitando esse climinha gostoso que a chuva traz!

O Oscar 2022 aconteceu no dia 27 de março, e voltou aos moldes antigos, no Teatro Dolby, com tapete vermelho e com público presencial, como era antes de eclodir a pandemia da Covid-19.

Foi uma cerimônia linda, com acontecimentos polêmicos e inusitados! Will Smith meteu um tapão na cara do apresentador Chris Rock, por causa de uma piada feita com sua esposa, Jada Smith. Ninguém entendeu nada na hora que aconteceu! Eu achei que fazia parte do script… foi babado! E em consequência disso, Will Smith foi banido do Oscar pelos próximos 10 anos!

Mas vamos aos filmes e aos premiados, né?

Ficaram faltando 3 filmes da lista dos indicados a melhor filme para que eu gabaritasse a indicação. Vou falar do que eu vi, pois sobre os três que faltaram (Drive My Car, Licorice Pizza e Belfast), como diria Glória Pires, não sou capaz de opinar.

Já trouxe a vcs meus comentários sobre “Não Olhe Para Cima” na coluna de Janeiro desse ano. Recapitulando, um ótimo filme, com elenco e interpretações incríveis, que merece muito ser visto, mas que, na minha opinião, não merecia indicação a melhor filme. Não recebeu nenhuma premiação.

Duna é um filmaço, cheio de efeitos especiais, com uma fotografia belíssima, e uma ficção futurista muito bem elaborada e super bem produzido, tanto que foi indicado a quase todos os prêmios técnicos e levou 05 estatuetas: Melhor Trilha Sonora Original, Melhores Efeitos Visuais, Melhor Fotografia, Melhor Montagem e Melhor Direção de Arte, todos merecidíssimos. Disponível no HBO Max, merece demais ser assistido. Filme lindo.  

Ataque dos Cães, o filme com maior número de indicações ao Oscar (foram 11 indicações), é um filme belíssimo, profundo, intenso e de interpretações sensacionais! Mas nem de longe era o meu preferido. Na verdade eu não entendi a ovação que deram ao filme. Ele era a grande expectativa desse ano, mas, mais uma vez, não pra mim. Não estou desmerecendo o filme, pelo contrário, é um filme maravilhoso, que vale muito ser visto e que mereceu as indicações que teve, mas não era o melhor entre os indicados. Das 11 indicações o filme conquistou apenas um, Melhor Direção, com a magnífica Jane Campion. Disponível na Netflix.

King Richard: Criando Campeãs, nos conta a história do pai de Serena e Vênus Williams, de tudo o que ele fez para transformar suas filhas nas maiores campeãs do tênis da história. Will Smith, que interpretou Richard brilhantemente, levou o Oscar de Melhor Ator. O filme é emocionante, lindo, excelente. Está disponível no HBO Max.

Amor, Sublime Amor, uma regravação dirigida pelo genial Steven Spielberg, é um musical que se passa no subúrbio de Nova York dos anos 50. Conta uma história de amor que surge entre pessoas de gangs diferentes, e que gera uma confusão entre essas gangs. Recebeu 7 indicações e angariou uma, para Melhor Atriz Coadjuvante com Ariana DeBose. Um filme muito bem produzido, com boas atuações, cenário incrível, mas que não me tocou. Não gostei do filme, achei bobo e exagerado! Talvez eu não esteja numa fase muito romântica. Disponível na Disney+.

O Beco do Pesadelo, um filme de época, dirigido pelo magnífico Guillermo Del Toro, conta a história de um telepata picareta, que se perde em sua mentira, passa a se sentir intocável e faz um monte de bobagem. Filme lindo, emocionante e impactante, que mostra como a ambição pode levar um ser humano à ruína. Amei o filme, na minha opinião era o melhor de todos os indicados, mas, infelizmente, não levou nenhum dos 04 Oscars aos quais foi indicado. Vale muito assisti-lo. Disponível no Star+.

E, por fim, o grande campeão desse ano, No Ritmo do Coração! Filme lindo, tocante e emocionante, que foi tema da coluna do mês passado. Além do Oscar de Melhor Filme, ganhou também, Melhor Ator Coadjuvante, com Troy Kotsur, que foi o primeiro homem surdo a ganhar um Oscar. A atuação dele é uma obra prima! Fiquei emocionadíssima com a premiação dele. Muito merecido. O filme não era o meu preferido, mas fiquei feliz pelo prêmio. Vejam! É belíssimo.

Até mês que vem!

Cuidem-se!

Forte abraço!

Janaina Alencar.

Temporada de premiações!

Olá, povo!

Como estão todos?

Espero que estejam todos bem, com saúde e conseguindo sobreviver com essa caristia….

Como diz o título da coluna de hoje, estamos em temporada de premiações do cinema e das produções de TV.

Hoje acontece o Critcs Choice Awards 2022.

Ainda não consegui ver todos os filmes indicados ao Oscar de melhor filme, pois muitos só serão exibidos no cinema e, por causa da Covid-19, ainda não me sinto segura para ir ao cinema, infelizmente. Sinto muita falta! Muita mesmo, mas paciência.

Me lembro com saudades da loucura que era a corrida para conseguir ver todos os filmes indicados a melhor filme antes do Oscar. Esperando as estréias, saindo de uma sessão e correndo para outra, vendo dois ou três filmes por dia! Bom demais!

Mas, para meu consolo, muitos dos filmes estão disponíveis nos streamings, e esses eu já vi todos, inclusive os indicados a outras estuetas.

Dos filmes indicados a maior premiação do cinema mundial desse ano, trago hoje para vcs “No Ritmo do Coração”! Um filme belíssimo, emocionante e que seus principais atores são deficientes auditivos.

O filme concorre a 03 estatuetas: melhor filme, melhor roteiro adaptado e melhor ator coadjuvante com o Troy Kotsur como Frank, o pai da protagonista; ele é o primeiro ator surdo indicado ao Oscar. Troy contracena com Marlee Matlin, que interpreta sua esposa – Jackie, que é a única atriz deficiente auditiva a ganhar um Oscar (por Filhos do Silêncio, em 1986, no seu primeiro trabalho no cinema, aos 20 anos).

Disponível no Prime Vídeo e no Apple TV, o filme retrata a história de uma adolescente, que tem seus pais e seu único irmão surdos e que é a única da família que ouve. Ela se divide entre o último ano da escola e com o trabalho com pesca marítima com seu pai e seu irmão.

No currículo escolar, os alunos precisam fazer uma atividade extra, fora as matérias curriculares obrigatórias, e ela escolhe participar do coral. Essa escolha muda toda a sua vida e define suas decisões para o futuro, nesse ínterim a película retrata seus medos, inseguranças, dúvidas, a descoberta do amor e os conflitos típicos da adolescência.

Façam sua pipoca, peguem seus lencinhos e se deliciem com esse filme incrível!

No próximo mês falarei de todos os filmes indicados a melhor filme que eu conseguir ver. Darei conta das premiações.

O Oscar 2022 acontecerá no dia 27 de março, e será transmitido ao vivo na TNT.

Até abril!

Cuidem-se!

Forte abraço!

Janaina Alencar.

Feliz no novo!!!

Olá, povo!

Como estão todos?

Desejo de todo coração que 2022 seja um ano bom, de saúde, prosperidade e de libertação dessa pandemia!

Infelizmente estamos passando por um novo ciclo de contágio intenso, com muita gente infectada! Ainda bem que já temos vacina, um índice de vacinados muito bom e que a Covid não é mais tão ameaçadora como antes! Mas ainda é um risco! E não podemos nos descuidar de jeito nenhum, muito pelo contrário! Já sabemos como evitar pegar esse troço, então vamos manter o uso de máscaras, de álcool 70%, lavar sempre as mão e evitar aglomeração!

E já que teremos que nos resguardar em casa mais um tempo outra vez, que tal um bom filme?

Nessa primeira coluna de 2022 trago um filme muitíssimo comentado no final do ano passado: “Não Olhe Para Cima”! Uma produção da Netflix, com um elenco muito porreta e interpretações soberbas.

O filme é uma sátira ao que vivemos no mundo de hoje! Uma crítica ao negacionismo e à priorização do lucro e do dinheiro acima de tudo e de todos.

Assisti ao filme sem ler nenhuma sinopse e sem ver trailer, e poderia jurar que o roteirista estava falando do Brasil! Sem sombra de dúvidas que a analogia é cabível! Mas não é somente aqui que temos pessoas que se contrapõem à ciência, sem nenhum embasamento, acreditando em milagres, negando o óbvio e acreditando em quem só está interessado em ganhar muito dinheiro com a desgraça do povo.

O enredo dessa produção seria uma comedia das melhores, mas como parece demais com a realidade, não é tão engraçado assim! É tão surreal e inacreditável como está o mundo hoje!

Uma excelente pedida para uma reflexão!

Questionar e duvidar do que está posto é sempre válido e necessário, mas não podemos perder o senso de realidade, de razoabilidade e de proporcionalidade.

Assistam! Espero que curtam tanto quanto eu.

Até fevereiro!

Cuidem-se!

Forte abraço!

Janaina Alencar.

Dobradinha de dezembro!

Olá, povo!

Como estão todos?

Quando a gente pensa que tá ganhando o jogo e que as coisas vão voltar aos eixos, aparece uma nova variante pra tirar nosso sossego, né? Então a solução é continuar com os cuidados, tomar a vacina e não se aglomerar! Cuidem-se!

Vamos de dobradinha hoje, ok?

Começo por uma produção alemã: “O caso Collini”! É um filme baseado em fatos reais que nos conta a história de um homem que assassina um rico empresário a sangue frio, aparentemente sem qualquer motivação para o crime. Um jovem advogado, recém formado, é incumbido de defender o assassino e acaba descobrindo o passado pesadíssimo da vítima e o porque dele ter sido assassinado!

Na vida real, o caso foi foco de um polêmico julgamento em 2000, na Alemanha, mas não houve um assassinato para desencadear a descoberta dos fatos. O escritor Ferdinand von Schirach relatou o caso em um livro que embasou a película.

Um filme intrigante, complexo e emocionante! Disponível na Netflix! Assistam! É muito, muito bom!

A outra produção que trago para vcs é: “As Espiãs de Churchill”! Na segunda guerra mundial, com a França invadida pelos nazistas, a Inglaterra, seguindo ordens de Churchill, monta um departamento de espionagem para tentar debelar a expansão do domínio nazista na Europa. Duas mulheres, de aparência frágil, são recrutadas por uma outra mulher para serem espiãs e escrevem sua história de resistência ao regime nazista. O filme também é baseado em fatos reais. Uma história de determinação, superação e força femininas.

Só assistam! Disponível na Netflix.

Essa é a última coluna de 2021. Um ano desafiador! De muitas perdas, tristeza e insegurança, mas que enfim esta chegando ao fim e nos trazendo a renovação cheia de esperança que representam as festas de fim de ano!

Desejo a vcs um natal de muita paz e amor! E um 2022 de esperança, saúde e liberdade! Boas festas! Feliz ano novo!

Até o ano que vem!

Cuidem-se!

Forte abraço!

Janaina Alencar.

Três é melhor!

Olá, povo!

Como estão todos?

Até que enfim as coisas parecerem, de fato, estar entrando nos eixos, e a vida normal está cada dia mais próxima. Hoje, é até raro saber que alguém pegou Covid! As noticias são de vacinação, de diminuição de índices de infecção e de morte. As restrições estão sendo flexibilizadas em larga escala, quase não existem mais. Que bom que estamos vivos para presenciar esse momento! Viva à vacina! Viva à ciência! Viva o SUS!

Conforme o prometido, hoje a coluna vai trazer comentários sobre três filmes!

Primeiro trago a vcs a dobradinha polêmica lançada pela Amazon Prime, que nos relata o assassinato do casal Von Richthofen na versão de Suzane e de Daniel Cravinhos.

Em “A Menina que Matou os Pais”, Daniel Cravinhos conta sua história do relacionamento com Suzane Von Richthofen e o convívio com a família dela, e nos trás a sua versão de como aconteceu o assassinato dos pais dela na fatídica noite de 31 de outubro de 2002.

Pelos relatos de Daniel, Suzane nunca foi uma boa menina, inocente, subserviente aos pais. Ela sempre fez o que quis, burlando o rigor da criação de seus pais, como a maioria dos adolescentes faz, mas com aceso a muito dinheiro. Ele, como seu namorado, tentava ajudá-la a se libertar de seus pai, mas pelas vias corretas e tentando frear a rebeldia da moça, que o dominava completamente. E que ele fazia tudo por amor e para protegê-la. Ela arquitetou todo o plano para matar os pais e participou de todo o acontecimento, exceto do assassinato propriamente dito, que fora executado por ele e pelo seu irmão, Christian Cravinhos.

Em “O Menino que Matou Meus Pais”, a versão de Suzane, ela conta que era uma menina feliz, ingênua, inocente e obediente, que tinha uma relação harmônica com seus pais, que não queriam que ela mantivesse seu namoro com Daniel, por ele só ter interesse no dinheiro da família. Relata que Daniel a botou no mal caminho, fazendo-a usar drogas e forçando-a a transar com ele para provar o seu amor. Que a explorava financeiramente para que proporcionasse o que ele desejava, e que a induziu a participar do assassinato de seus pais, que ele mesmo planejou e executou em companhia de seu irmão, para que eles pudessem ficar juntos, casar e viver com a grana da herança sem a interferência dos pais dela em suas vidas.

Adoro filmes baseados em fatos reais, e adoro ouvir a versão dos condenados. Assistam e tirem suas conclusões.

O terceiro filme de hoje é “Filhos do Ódio”, também baseado em fatos reais, disponível na Netflix. Um filme revoltante, mas lindo e que nos dá esperança, que fala sobre a segregação racial nos EUA, sobretudo no Alabama. Filhos do Ódio conta a história de Bob Zellner (Lucas Till), um rapaz branco, de família classe média alta, aluno exemplar, neto de um dos lideres da KKK (Ku Klus Klan), criado para odiar negros, mas que não via diferença de cor entre as pessoas.

Zellner desafiou todas as barreiras e seu avô, para lutar pelo direito dos negros na década de 60.

Filhos do Ódio é um desses filmes que nos aquece o coração e no dá esperança na humanidade. Vejam!

Até dezembro, queridos.

Cuidem-se!

Forte abraço!

Janaina Alencar.

Uma história real!

Olá, povo!

Como estão todos?

Parece que as coisas voltaram ao normal, não é? Não fosse pelo uso das máscaras, talvez nem nos lembraríamos de termos vivido dias tão tensos. Mas não confiem nesse ar de normalidade, ainda temos um vírus letal circulando em nosso dia a dia. Continuem se cuidando e usem máscaras.

O filme de hoje “Quanto Vale?”, nos conta uma história baseada em fatos reais.

Após os atentados de 11 de setembro de 2001 nos EUA, o governo norte americano, as companhias aéreas e outras empresas de diversos ramos se preocupavam com ações judiciais que poderiam ocorrer, movidas por familiares das vitimas desse triste capítulo da história. Responsabilidade civil é algo muito importante nos EUA e os danos financeiros seriam desastrosos.

Desse modo foi criado um Fundo de Vítimas do 11 de Setembro, a fim de indenizar as famílias da vítimas e os que, em serviço, adoeceram, como: bombeiros, socorristas, serventes, policiais entre outros.

O responsável por procurar as famílias das vitimas e convencê-las a aceitar a indenização do fundo e não ingressar com processos foi Ken Feinberg (Michael Keaton), um advogado renomado e bem sucedido que, tradicionalmente, atuava na área de litígios cíveis. Ele se candidatou a ser o responsável por esse fundo, porque queria ajudar seus compatriotas de alguma forma. Se ofereceu ao governo americano e fez esse trabalho gratuitamente.

Ao longo das negociações, seu comportamento e entendimento sobre questões indenizatórias muda, e isso é o mais bonito na jornada contada no filme.

Além de Michael Keaton, outros grandes atores compõem o elenco, figuras como: Stanley Tucci, Amy Ryan e Tate Donavan.

Um ótimo filme! Disponível na Netflix. Assistam.

Até o próximo mês, queridos! E como novembro é o mês do meu aniversário, vou presentear vocês com comentários sobre três filmes, ok?

Cuidem-se!

Forte abraço!

Janaina Alencar.

Um filme antigo, mas sempre atual!

Olá, povo!

Como estão todos?

Fico feliz que a vacinação tenha acelerado e que estejamos encaminhando, cada dia mais perto, para a vida normal! Com abraços, reuniões de amigos e sem medo!

Trago hoje para vocês um filme antigo, de 1999, mas muito atual nas questões que nos trás em seu roteiro! Falo de “O Talentoso Ripley”!

Matt Damon não precisa de apresentações, além de seu um ator maravilhoso, tem talento para escolher os filmes que estrela.

Seu personagem, Tom Ripley, é um garoto inteligentíssimo, talentoso e sombrio! Com vergonha de não ter uma roupa adequada para substituir um músico em uma apresentação, pega emprestado um blazer de uma escola renomada e para ricos. Acaba sendo confundido com um aluno, e, acreditando que Tom estudou com seu filho, pede ajuda para lidar com a rebeldia desde.

Quase que sem querer, Tom aceita a missão que o pai de “seu colega de escola” lhe dá, e viaja para Itália a fim de cumprir essa missão. Trama um plano quase inocente, mas que toma proporções gigantescas e assustadoras, e se mete numa história maluca. E assim o filme se desenrola!

Uma trama inteligente e bizarra, que prende o telespectador, e nos faz torcer por Ripley, mesmo reprovando toda a sua estratégia.

Um filme que apaixona e intriga, e que consegue ter um final surpreendente.

O Talentoso Ripley esta disponível no Telecine Play.

Assistam! Se já assistiu, veja novamente! Vale a pena ver de novo, sempre!

Até outubro, povo! Não deixem de manter os cuidados, a pandemia não acabou.

Forte abraço!

Janaina Alencar.

Vamos de terror!

Olá, povo!

Como estão todos? Espero que estejam bem e em paz, sem descuidar dos protocolos sanitários da Covid.

Hoje a gente vai de terror! Um gênero de filme que as pessoas amam ou odeiam! Eu amo!

O casal Warren já é bem conhecido das pessoas que curtem bons filmes de terror! São filmes baseados em fatos reais, retiradas dos relatos das experiências pessoais dessa dupla. As produções são sempre muito bem elaboradas e protagonizadas por Vera Farmiga e Patrick Wilson, que interpretam Lorraine e Ed Warren, respectivamente.  

O filme de hoje é: “A Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio”. Ainda em cartaz nos cinemas, já está disponível no Now, para quem, como eu, não tem coragem de encarar uma sala de cinema por causa da pandemia.

A Invocação do Mal é hoje uma das principais franquias do gênero. Com efeitos especiais maravilhosos e um elenco incrível, os filmes são sempre muito esperados pelo público.

Apesar de ser o terceiro filme da franquia, suas histórias são independentes, não são continuação uma da outra.

Nesse 3º filme, diferente dos dois primeiros, a veia investigativa do Casal Warren foi bem explorada, pois, diante de um caso bem diferente dos muitos que participaram, esse tem uma pegada paranormal, e não sobrenatural. Uma possessão demoníaca com um objetivo, uma missão, e não somente a possessão de um demônio que vem só pra infernizar e destruir o que conseguir.

É um filme eletrizante, que prende a nossa atenção sem nos deixar respirar, que dá uma ansiedade de nos deixar colados na cadeira!

O filme tem tons sombrios, sempre na penumbra, deixando claro que levaremos um choque a qualquer minuto.

Um ótimo filme de terror, produzido brilhantemente e com um excelente enredo.

Assistam!

Até agosto, povo! Se cuidem!

Forte abraço!

Janaina Alencar.

Uma linda história!

Olá, povo!

Como estão todos? Na expectativa da vacina ou já se vacinaram? Fico muito feliz em ver tanta gente tomando a dose de esperança e alivio que é a vacina da Covid! Uma dose de luz em meio ao tempo sombrio em que vivemos! E, não se esqueçam, mesmo vacinados, é imprescindível que continuem se cuidando, ok?

Vou lhes trazer um filme lindo, que conta uma história de amor e de solidariedade! De empatia e abrigo! Esses sentimentos que nos dão esperança no ser humano! Que nos mostra que existem encontros de almas!

O filme de hoje, é “Rosa e Momo”, disponível na Netflix, com Sophia Loren como atriz coadjuvante, atuando magnificamente!

A história se passa na Itália. Rosa, uma ex prostituta que abriga crianças temporariamente em sua casa. Seu médico, que também acolhe menores em condição de vulnerabilidade, lhe pede que fique algumas semanas com Momo, um pré adolescente complicado e cheio que questões, que parece ser uma criança irredutível e impossível de educar!

Depois de muita resistência, Rosa decide aceitar Momo em sua casa, e a medida que o tempo vai passando, constroem uma relação de confiança, amizade e amor lindíssima! É um filme imperdível! Emocionante! Que aquece o coração!

Preparem a pipoca, a caixinha de lenço e assistam!

Até o próximo mês! Continuem os cuidados! USEM MÁSCARA!

Forte abraço!

Janaina Alencar.

Ainda sobre o Oscar 2021!

Olá, povo!

Como estão todos? Espero que mantendo os cuidados necessários, principalmente agora que estamos tendo um relaxamento no isolamento social, e muitos já devem estar voltando às atividades presenciais, o que requer maiores cuidados!

Esse ano, por causa da pandemia da Covid 19, a 93ª cerimônia do Oscar foi bem diferente. Não aconteceu no Teatro Dolby, em Los Angeles, como ocorre tradicionalmente. A cerimônia deu-se de forma híbrida, presencialmente, com número bem reduzido de participantes, todos testados para Covid e de máscara, na Union Station, em Los Angeles, e por videoconferência a partir das cidades de Paris e Londres. Apesar da mudança, manteve o tapete vermelho e seu glamour!

Hoje trago para vocês mais dois filmes indicados ao Oscar.

Primeiro falarei de “Meu Pai”, um filme que nos trás a história de um senhor de 81 anos, viúvo e que mora sozinho. Acostumado a ser uma pessoa independente, mas desenvolvendo demência a passos largos, não tem noção de sua doença e se recusa a ser auxiliado por uma cuidadora de idosos, fazendo com que sua filha tenha vários problemas com isso.

O filme é estrelado por Anthony Hopkins e Olivia Colmam, que dão show de interpretação! Me atrevo a dizer que foi a melhor atuação de Anthony Hopkins, que inclusive levou a estatueta de melhor ator! Merecidíssimo!

“Meu Pai” foi indicado a 06 categorias: melhor filme, melhor ator (Anthony Hopkins), melhor atriz coadjuvante (Olivia Colman), melhor roteiro adaptado, melhor edição e melhor design de produção. Levou dois Oscar, melhor ator e melhor roteiro adaptado!

É um filme emocionante, tenso, que nos mostra como podemos nos tornar frágeis e vulneráveis! É imperdível! E aconselho a assistam com uma caixinha de lenço à tira colo! Está disponível no NOW.

O segundo filme de hoje é “Uma Noite em Miami”, filme dirigido pela já conhecida e premiada atriz, mas estreante como diretora: Regina King! Foi indicado a três Oscar: melhor ator coadjuvante (Leslie Odom Jr), melhor cação original e melhor roteiro adaptado.

Nos trás um recorte da história de Muhammad Ali, quando ainda se chamava Cassius Clay. É uma ficção. Fala do seu primeiro campeonato mundial de Box, antes de anunciar ao mundo que havia se convertido ao Islã. A produção conta como se deu essa conversão e da sua amizade com Malcom X, Sam Cooke e Jim Brown. Um filme lindo e intenso, de diálogos profundos e interpretações tocantes! Vale muito à pena assistir! Está disponível na Amazon Prime.

Até o mês que vem! Se cuidem!

Forte abraço!

Janaina Alencar.