Covid-19 e emoções: uma relação direta

Por Daniel Hamido

Ao longo desses últimos 12 meses analisando o padrão energético do vírus
covid-19/Sars/Cov-2, pude fazer correlações importantes. Como terapeuta, procuro
encontrar padrões recorrentes assim como se fazem cientistas em suas pesquisas
acadêmicas, porém sem o rigor científico. E com estudos de casos de uma, duas,
três…. cinquenta pessoas, consegue encontrar esse padrão.


Os estudos de caso que pude fazer ao longo desses últimos 12 meses desde
quando comecei a atender pessoas em março de 2020 mostraram que quando o
padrão vibratório baixa do indivíduo- esse possui relações com algum aspecto
emocional- o estado de saúde fica comprometido. Quando o padrão vibratório
aumenta -livre de padrões vibratórios densos, mas apenas sutis- o estado de saúde fica
estabilizado. Existe um gráfico – dos mais simples- que é um dos primeiros a medir
isso. Ensino inclusive em meus cursos como a pessoa fazer a automedição de seu
campo energético.


Em radiestesia, uma técnica a qual domino há 5 anos- muito antes da covid e
pandemia- pude observar com as pessoas atendidas em formato remoto- elas em suas
casas e eu na minha- que a repetição de um elemento chamado “larva astral”. Larva
astral são consciências extrafísicas que atuam no campo energético de pessoas que
vibram em energias de baixa frequência. Elas atuam em diversos locais e setores, bem
como associando ao inconsciente coletivo daquele local. Exemplo: motéis possuem
larvas astrais específicas da promiscuidade. Nem todo mundo que vai lá é promíscuo,
mas quem vai acaba pegando um pouco dessa energia do inconsciente daquele local
que é a promiscuidade.


E assim existem larvas astrais em estádios de futebol (sim, lá também!), saunas
gays, muitos outros locais e se você não cuidar até mesmo na sua própria casa! No
próximo artigo, vamos falar sobre esses locais a mais e nos aprofundar sobre esse
tema que considero pertinente.
As larvas para atuarem precisam de um “ambiente energético” propício. Assim
como colônias de bactérias hospedeiras precisam de um Ph, glicose e outros
elementos físicos, as larvas astrais precisam desse ambiente também! Quais são esses
ambientes?

 Pouca iluminação do sol;
 Baixa vibração do pensamento (reclamações, murmurações, ressentimentos,
mágoas, raiva, ódio, vingança, medo, dúvida, insegurança, etc)
Com esses 2 elementos acima por muito tempo, fica o ambiente energético
propício para que a pessoa pegue covid-19, adoeça, agrave o caso e desencarne
fisicamente. Por quê? Por que a larva astral precisa que o padrão vibratório do
hospedeiro esteja com baixa de frequência!

Em outras palavras, não tenha receio do vírus, nem alimente ele
energeticamente com medo, nem dando poder a ele com medo que sente por ele,
nem negligenciando ele. Ele não é apenas mais um vírus. Mas também não um ser
mitológico de 7 cabeças “cavaleiro ceifador”. Ele vibra na frequência que cada
indivíduo vibra! Caso a pessoa vibre por exemplo no medo ele se “alimentará”
energeticamente desse medo e o estado de saúde irá agravar, podendo a pessoa ir até
a óbito. Já em outro cenário, caso a pessoa vibre na gratidão, no perdão, no amor, no
auto-perdão, mesmo que pegue o vírus, nada irá acontecer a você, podendo muitas
vezes ser um vírus assintomático nos moldes físicos de percepção.


Você tem 2 opções de agora em diante. Fazer de conta que não leu esse artigo
e dizer que nada disso faz sentido e “pagar o preço” da negligencia energética ou
buscar se cuidar mais da emoções, do padrão vibratório que são aspectos diretamente
associados. No próximo artigo, irei compartilhar dicas simples para que você possa ter
condições favoráveis para sua casa energética, sua morada física, seu corpo possam
vibrar de forma harmônica independente do covid bater na sua porta.

O Tantra te convida a vir para o corpo

Tantra te convida a vir para o corpo

Vivemos em uma sociedade que perdeu o corpo. Curioso ver que estamos ao mesmo tempo obcecados pela estética e pela saúde – aparência e funcionamento – e desconectados do corpo que pulsa e sente. Nossa relação com o corpo que sente é de ódio ou ignorância, ou uma combinação dos dois.

Nessa difícil relação há uma enorme influência da cultura, família, caminhos religiosos e sistema educacional. Vivemos sob a égide de um modelo patriarcal, apoiado fortemente no protagonismo da mente e do homem sobre as supostas “forças antagônicas”.

A mente é mais importante que o corpo, assim como o homem é mais importante que a natureza. Assim, em nosso movimento histórico-civilizatório, reprimimos e suprimimos o feminino, inclusive a confiança nos sentidos, no instinto humano, na intuição. Assim como a natureza é vista como sendo caótica e perigosa se não for controlada, tal como são vistas as mulheres, o modelo patriarcal traduz os sentimentos como sinal de fraqueza e vulnerabilidades, quase uma distração.

E, especialmente no Ocidente, com o predomínio da tradição judaico-cristã, predomina uma visão espiritual que trata o corpo como fonte de pecados e um inimigo à elevação do espírito. Por fim, incorporamos uma visão de mundo baseada no saber científico, que despreza aquilo que não é observável ou mensurável.

Perdemos assim o aspecto sagrado do corpo e substituímos pelo entendimento da “máquina de bom funcionamento, cujas partes podem ser substituídas, mas que por fim se desgasta e acaba”. Ou seja, criamos um contexto cultural que combina o predomínio da mente sobre o corpo, que culpabiliza o corpo pelos desejos mundanos e pelo pecado, e que despreza o sutil, o misterioso, o abstrato. Na verdade, criamos assim um enorme problema para o ser humano e sua real necessidade de autoconhecimento, a partir do fato que somos induzidos a nos desligar do nosso corpo.

O arcabouço do conhecimento em psicologia e antropologia diz que o corpo expressa a maneira pela qual a pessoa experimenta a si mesma e vive no mundo. Portanto, devemos reconhecer que a nossa expressão corporal é moldada pelos acontecimentos passados e, principalmente, pelas interpretações que delineamos a partir deles.

Todas as experiências contam, e aquelas mais significativas certamente produziram assinaturas de energia em nosso corpo, justamente pela nossa incapacidade em dar vazão a suas expressões e sentimentos decorrentes.

Freud diz que “no inconsciente nada termina, nada é passado ou esquecido”. A psicanálise afirma que as emoções não-resolvidas irão penetrar no comportamento, manifestando-se de diversas formas, como por exemplo nos sonhos, pensamentos, brincadeiras, sintomas físicos e padrões de relacionamento. Assim, temos uma conta que não fecha: enquanto o modelo cultural vigente nos induz a nos desligar do corpo que sente, está claro que estamos assim nos afastando de toda e qualquer possibilidade de construir um desenvolvimento saudável do ego.

 Enquanto nos mantivermos afastados da consciência corporal, não seremos capazes de lidar com as couraças musculares decorrentes da nossa necessidade de nos defender das emoções, memórias difíceis, traumas e estresses. Predominarão assim as demandas da família, sociedade e religiões sobre as nossas reais demandas por autoaceitação, autoconhecimento e desenvolvimento pessoal.

Wilheim Reich e seus seguidores nos deram de presente a possibilidade de compreender que quando fechamos a torneira dos sentimentos difíceis – dor, raiva, medo – estamos também fechando a torneira do prazer, da coragem, da alegria e do amor. Em outra palavra, estamos fechando a torneira da vida, da vitalidade, do estar aqui e pertencer a esta existência.

Ao nos defender das emoções, enrijecemos os músculos e, principalmente, nos condicionamos a estar em estado de luta, de prontidão, de controle. Assim, perdemos ainda mais a condição de confiar na abundância da existência, na perfeição da consciência universal, na arquitetura suprema que organiza e disponibiliza tudo aquilo que precisamos para viver em harmonia e em paz. Não podemos: devemos estar prontos para a luta!

O Tantra é um caminho de desenvolvimento pessoal que sempre seguiu em caminhos opostos a esta visão apresentada acima. A tradição tântrica valoriza o corpo, a energia humana, os sentidos humanos e, principalmente, o casamento sagrado entre o masculino e o feminino, em nós, nas relações com os outros, com a natureza e com a existência.

As escrituras tântricas apresentam uma visão da vida como algo especial que se realiza no aqui e no agora – diferentemente da visão da vida como uma preliminar que te prepara para o reino dos céus, onde aí sim, toda a existência irá finalmente fazer sentido.

As várias facetas da tradição tântrica são convergentes em afirmar que as práticas tântricas são relevantes para todos aqueles que buscam cultivar autoconhecimento e estão sinceramente engajados na tarefa da evolução espiritual.

Mas a sociedade ocidental em geral ainda confunde tantra com sexo. Isso apenas empobrece o que é a essência do Tantra.

Tantra é um estado de conexão com a nossa consciência superior, e a prática tântrica o caminho que nos leva ao contato com a essência divina, algo que já experimentamos e que está disponível em nós. Para o Tantra, o mundo não é uma realidade externa imposta a nós, mas uma experiência de co-criação – o mundo é ao mesmo tempo externo e interno. Se nos prendemos à ideia de vítimas de uma realidade sobre a qual não temos qualquer poder de transformação, estamos nos condenando ao sofrimento constante de quem é apenas receptor dos desígnios de forças externas, e apenas reforçamos a importância do estado de “permanente luta”. O mundo na visão tântrica é parte do nosso estado de consciência.

Para o Tantra a busca consiste em viver uma experiência de transcendência, tendo o corpo humano como o principal “veículo” para viabilizar esse novo estado. Mas transcendência do que, exatamente? O verbo transcender significa superar algo, ir além de algum limite.

Uma boa forma de interpretar esse estado de transcendência tem a ver com a ideia dos ciclos de existência. Enquanto na tradição cartesiana ocidental a passagem do tempo é vista como uma experiência linear que liga o passado ao futuro, a abordagem tântrica a visualiza como uma interessante criação e recriação de ciclos.

A existência e o universo para o Tantra parecem pulsar em ciclos de expansão, contração e relaxamento. Especialmente, a cada ciclo o ser humano proporciona a si mesmo oportunidades de aprendizado e expansão de consciência.

Os ciclos respiratórios são bons exemplos, bem como as experiências meditativas e as experiências orgásticas. Casamentos, relacionamentos, projetos, cursos, dentre outros exemplos, estão acontecendo a todo tempo conosco. Mas, em nossa desconexão com o corpo e com o autoconhecimento a partir do fluxo de sentimentos e da expressão energética, desprezamos o potencial de renovação e aprofundamento que esses ciclos oferecem.

Em especial, nos identificamos com as reações emocionais e atitudes decorrentes das experiências vivenciadas nesses ciclos. Assim, muitos de nós trazem entendimentos limitantes do tipo: “todo homem (mulher) é igual”, “prefiro ficar sozinho (a)”, “não consigo ser bem sucedido (a)”, “não mereço ser amado (a)”, “não sou capaz”, “meu corpo não é capaz de me levar ao orgasmo”, “sexo é sujo” e por aí vai. São nada mais nada menos que identificações do nosso ego, que retiram boa parte da nossa capacidade de compreender a auto-responsabilidade que temos com a criação das nossas realidades.

O Tantra, em sua essência, é um convite a transcender essas identificações limitantes do ego, transcender as divisas autoimpostas entre o que é material e o que é divino, entre o que é inferior e o que é superior, certo e errado, claro e escuro; transcender as dualidades e reconhecê-las como aspectos de uma mesma energia.

O Tantra é o caminho da celebração da existência, de aceitação da nossa condição de seres em constante processo de evolução e do compromisso inabalável com o autoconhecimento. Para essa arte-ciência é a realização aqui e agora de todo o potencial humano. A experiência de vida se dá no estado de relaxamento, não na luta. Na luta, o movimento energético cessa e o ser humano se enrijece. Isso vai contra a vida. Vida para o Tantra é movimento, é fluxo constante, assim como as águas se movimentam em direção ao oceano, em determinados momentos em fluxo mais caótico, em outros mais contemplativo e sereno.

Para essa realização, precisamos regressar ao corpo, reconhecendo-o como o instrumento sagrado de conexão com as várias possibilidades que a existência abundante nos oferece. Quando tivermos plenamente a consciência do nosso corpo e das nossas emoções, teremos definitivamente criado as melhores condições para fazer escolhas autônomas e saudáveis em nossa vida e criar e manter relacionamentos saudáveis e que aprofundem na intimidade.

Esse movimento de regresso ao corpo não poderá ser feito diretamente pela mente, ela não é o melhor agente para isso. Ou seja, voltar-se para o corpo não pode ser feito a partir de um movimento intelectual, teórico e científico. Aliás, não poderá ser feito sem o protagonismo da energia corporal. Ela é o elo de ligação entre todas essas possibilidades, ela é o continuum que interliga as dimensões, o mundano e o espiritual, a mente e as emoções.

Por esse motivo, as práticas tântricas envolvem o despertar da energia corporal.

Na essência do Tantra está a busca pelo estado meditativo, ou seja, a realização do compartilhamento do protagonismo da existência entre todos os centros de controle, ao invés apenas da mente.

Na meditação criamos experiências de conexão com o silêncio das nossas entranhas, com o poder dos nossos chakras e, em suma, reduzimos o poder de influência das identificações limitantes do nosso ego – daí a ideia da transcendência que citei acima. No Tantra a respiração, a meditação e a movimentação energética são instrumentos poderosos de expansão do ser. O Tantra se realiza no aqui e no agora!

Vem buscar esse movimento de consciência corporal do aqui e agora. Sua vida pode dar grandes saltos de consciência.

Orgasmo Terapêutico, você sabia que isso existia?

O orgasmo acorda inúmeras potencialidades do corpo, que ainda estão latentes. O orgasmo estimula produção dos hormônios indispensáveis à felicidade e ao relaxamento. Alguns desses hormônios são ocitocina e endorfina que o ser humano não produz em um nível satisfatório.
meditação orgástica

Em pleno 2021, é surpreendente a grande quantidade de mulheres que não sentem orgasmo ou que nunca alcançaram um orgasmo de qualidade, afetando diretamente a sua qualidade de vida.

               Vivemos na chamada era da informação, mas parece que não temos informação alguma sobre o orgasmo e a sua importância, vital para a nossa saúde, física, mental, emocional e espiritual.

O orgasmo acorda inúmeras potencialidades do corpo, que ainda estão latentes. O orgasmo estimula produção dos hormônios indispensáveis à felicidade e ao relaxamento. Alguns desses hormônios são ocitocina e endorfina que o ser humano não produz em um nível satisfatório.

Para se ter uma ideia de como a endorfina é rara em nossa liberação química, são necessários pelo menos 60 minutos de exercício físico intenso com frequência cardíaca estando na faixa de 60-85% da frequência cardíaca, máxima do indivíduo para esse elemento químico neurotransmissor estar em níveis aceitáveis para um relaxamento adequado e sensação de bem estar.

Com o orgasmo sendo intenso e por 15 minutos essa mesma quantidade já alcançada, segundo muitas mulheres consultadas. Disso nasceu OM ou Orgasmic Meditation ou a Meditação Orgástica.

Com isso, casais de todo mundo já tem surtido ganhos em suas relações com mais afetividade, redução do estresse, redução da ansiedade e mais conexão a dois.

          O orgasmo, além dos inúmeros benefícios ligados à saúde, ainda aumenta a imunidade, a empatia -ferramenta de inteligência emocional cada vez mais requisitada em entrevistas de trabalho e emprego- a criatividade, ampliando ainda mais o autoconhecimento e a qualidade da relação amorosa. Além disso ainda traz um aumento de foco e produtividade de quem se permite ao processo.             

          Você leitora pode trazer seu companheiro para aprenderem juntos essa técnica e obterem ganhos duradouros na relação como redução de disfunções sexuais que acometem as mulheres como ausência de orgasmo ou vaginismo que são dores que muitas mulheres sentem ao fazer relação sexual com seus companheiros.

          Vale citar que o vaginismo possui um profundo campo psicossomático associado, ou seja, é uma doença clinica classificada na área médica mas que possui forte impacto do mal estar na relação a dois. Ou seja, aquilo que a mulher não quer falar, o corpo acaba falando porem de forma silenciosa. Fique atenta a isso.

          Outras indicações do orgasmo terapêutico é quando você sofre daquelas dores de TPM. Os meninos ficam de zoação dizendo que TPM=treinadas para matar! 😊 Com o orgasmo gerado, as dores tendem a reduzir e aliviar com o processo sendo vivenciado com frequência.

          Se você está com desafios na intimidade da relação, já recomendo a você um curso focado para casais que atua com técnicas antigas do Tantra que usam meditação, respiração e práticas a dois que ajudarão ambos também a acessar o orgasmo. Mas fique tranquila, tudo é respeitando o tempo e o ritmo de cada um e é uma prática muita séria e sadia ao contrario do que muitos imaginam…

          Segundo muitas referencias da área como Shree Rajneesh Osho que cita:
O orgasmo é o envolvimento do corpo total: mente, corpo, alma, tudo junto. Você vibra, o seu ser completo vibra, dos pés à cabeça. Você já não está no controle; a existência tomou posse de você e você não sabe quem é.

Osho

        Finalizando esse texto, peço que você leitora traga um olhar para esse lugar da sua existencialidade. Como você lida com seu orgasmo?

Fontes: https://www.healthline.com/health/orgasmic-meditation-101

https://www.osho.com/pt/citacoes-portugues/osho-cita%C3%A7%C3%B5es-sexo

A força dos instintos na vida de uma pessoa

Instinto autopreservação dominante inconsciente Eneagrama Fortaleza
Instinto dominante inconsciente

Tenho observado em meus atendimentos terapêuticos cada vez mais como nossos instintos atuam num plano de fundo inconsciente no nosso cotidiano, rotina, relacionamento, trabalho, família. Os instintos basicamente são divididos em 3 categorias essenciais: autopreservação, social e sexual.

O auto preservação é a energia ou movimento de se auto preservar como o próprio termo já o define. Quanto mais eu direciono meu tempo, minha energia para esse propósito em cuidar do meu corpo, cuidar dos alimentos que trago para mim, quanto mais energia dedico em deixar a casa limpa, ornamentada, organizada, com contas pagas em dia, mais esse instinto atua forte em mim.

Quanto menos energia eu dedico nesse sentido de me autopreservar, quanto menos eu olho para minhas necessidades básicas como sono, fome, sede, frio, calor, local organizado, alimentos saudáveis, menos energia esse instinto atua em mim. Vale trazer o entendimento de que não existe o certo, nem o errado, são apenas percepções do eu, como eu posso lidar com “isso “ melhor e de forma mais saudável.

Instinto social em ação Eneagrama Fortaleza
Instinto social em ação

O social é a energia ou movimento de se socializar em grupos, expor-se diante de redes sociais, liderar grupos, fazer palestras, facilitar Workshops, realizar lives em redes sociais e sair com grupos de mais de 4 pessoas simultaneamente.

Quanto mais eu faço isso com frequência, mais esse instinto atua dentro de mim, naturalmente. Quanto menos isso ocorre dentro de mim, reprimido ele se torna no meu movimento diário.

Instinto sexual Eneagrama Fortaleza
Instinto sexual

O sexual ao que se parece apenas a questão ou quesito sexual vai muito mais além disso. O instinto sexual é a minha capacidade de me conectar ao outro única e individualmente. Quanto mais conexão e intensidade eu faço, mais forte é esse instinto dentro de mim.

Existe nesse cenário a influência num pano de fundo da energia sexual atuando de “forma sutil”. Digo “sutil”, porque na verdade ela é intensa, possessiva e pode gerar até situações desagradáveis se em excesso. Vamos falar sobre isso mais na frente..

De outra forma, quanto menos energia eu coloco em me conectar a uma pessoa um-um de forma intensa magnética, menos esse instinto é forte dentro de mim.

Tomar consciência desses instintos inconscientes não são reprimi-los. Pelo contrário, são libertar-se deles! Quando eu trago entendimento disso, eu posso conscientemente sair do “piloto automático” e ir para um lugar consciente que eu decida.

Outra coisa é que todos nós temos um pouco dos 3 instintos dentro de nós. Ou seja as 7 bilhões de pessoas no planeta (até agora se o Covid-19 não reduzir isso no futuro… torçamos que fique como está…) possuem esses 3 instintos dentro de si. Se fossem os 3 equilibrados(cada um 33%, 100%/3) seria tudo maravilhoso…. Mas não são!

 Por conta da história de vida individual, criação de pais, avós, irmãos, tios, primos, família, tradições religiosas, crenças, existem infinitas possibilidades de percentuais de cada pessoa desenvolver esses percentuais individualmente. O fato é que esses percentuais são o menos importante. O que realmente importa é a pessoa identificar:

  • Qual é o dominante;
  • Qual é o 2º dominante;
  • Qual é o reprimido;

Essa combinação matematicamente pode ser gerar 6 possibilidades de cenários diferentes para diferentes contextos. Vale entender também que mesmo que eu seja de um mesmo cenário de possibilidade de outra pessoa, ainda assim a minha história e contexto será diferente daquela pessoa de mesma possibilidade.

Por exemplo: Se eu sou autopreservação dominante, sexual 2º dominante e social reprimido e outra pessoa possui esse mesmo cenário de possibilidade, ainda assim serão pessoas diferentes, pois o percentual por exemplo do 2º dominante sexual em mim pode ser mais forte que no outro e isso por si já muda tudo..

E você deve estar se perguntado: e o que isso interessa para mim? Vamos pegar esse mesmo exemplo acima. Dentro do atual contexto em que estamos de isolamento parcial com as pessoas e trazendo rotinas do dia a dia, se eu sou auto preservação dominante, eu trago energia em trabalhar, pagar as contas em dia, cuidar da minha casa, regar as plantas.. até aí tudo ótimo.

Quando essa energia torna-se excessiva, eu de forma inconsciente acabo comprando muito mais do que preciso no supermercado, acreditando que preciso estocar comida, fazendo estragar muita coisa, eu acabo ficando em casa de forma demasiada, comendo em excesso e combinado com o social reprimido, isso torna-se um convite a ficar em casa sempre! Nada contra ficar em casa. É maravilhoso.

Também é maravilhoso eu sair com os casais amigos em um restaurante, é maravilhoso eu ir para um churrasco com amigos num sábado a tarde, assim como também é fantástico eu aproveitar uma casa de praia num final de semana. No entanto, por causa do instinto de se auto preservar associado ao social reprimido, eu me saboto nesses movimentos e perco oportunidades únicas que nunca mais virão daquela forma!

Isso é um exemplo dentro de vários contextos e cenários de possibilidades que vamos dar seguimento nos próximos artigos. Vamos juntos nessa jornada. Venha mergulhar nesse “mundo paralelo”, converse conosco e agende uma sessão ou uma conversa aonde você poderá trazer tomadas de consciência incríveis para mais de 40 conteúdos emocionais. Venha vivenciar o Eneagrama e os instintos associados a eles na sua vida e como isso se manifesta nela hoje. A inteligência emocional jamais foi tão acessível para você! 😊

9 pecados capitais. Não eram 7?

No artigo anterior, falamos sobre o ego e o poder e demos início ao ego espiritual baseado em vários aspectos. Se você ainda não o leu, recomendo o que o faça e traga uma consciência sobre as possíveis ramificações que o ego traz.

O ego jamais aceitará mudança. Ele está sempre certo e se considera superior. O ego aqui citado é diferente do ego trazido pela psicologia aonde possui um outro significado.

Aqui o ego é uma extensão da consciência do eu, aonde a medida que vai sendo inflado, exaltado, assoberbado, começa a trazer uma criatura do indivíduo, por vezes passando e crescendo em tamanho em relação ao próprio indivíduo. É um elemento da própria personalidade do indivíduo, trazendo um aspecto sombra a ser identificado e iluminado de forma sincera, autentica e genuína de forma que vamos explanar aqui abaixo.

Para exemplificar isso para você, imagine um indivíduo que possui 18 anos, está no início de uma possível carreira profissional e quer se firmar numa área. Ele começa a dar duro, trabalhar longas e ininterruptas horas todos os dias. Chama a atenção dos demais pela sua dedicação, trabalho árduo, duro e resultados.

As pessoas começam a reconhece-lo pelo seu esforço. Ele pensa dentro de si: “Vou me esforçar mais e por mais horas para impressionar mais e mais as pessoas e conseguir no topo da montanha “. Note que chegar no topo não é o problema.

O problema é chegar lá para gerar uma projeção da imagem criada maior que o próprio indivíduo real. Alí está o ego! Nesse exemplo o ego se manifesta através da vaidade de ser reconhecido, visto, enxergado. E não necessariamente pelo fato de chegar no topo!

É uma linha tênue entre luz e sombra dentro do indivíduo! Ele – o ego_ opera de uma forma oculta, silenciosa e a todo momento querendo ser visto, reconhecido, reverenciado, adorado, exaltado. Note bem, esse ego é a manifestação para esse indivíduo citado no exemplo do parágrafo anterior. Para cada pessoa, ele será uma manifestação diferente.

Uma crítica ou ponto de vista divergente contra aquela afirmação qualquer que seja é considerado um insulto e humilhação para o ego. E ele reagirá agressivamente, porque num nível inconsciente ele diz para si: “quem é essa pessoa para me contestar?” ou “o quanto ela é superior para dizer o que eu devo fazer?” 

  Segundo Osho, o indivíduo com alto nível de ego – ou egoíco – acredita que o poder dele é medido na quantidade de pessoas que ele interfere. Não importa se essa interferência é boa ou ruim. Ele quer apenas saber em quantas vidas ele interveem, interfere e possui de domínio.

Num cenário político seja municipal, estadual ou federal, todos os representantes do povo -os políticos- deveriam estar abertos a não deixar esse ego crescer mais do que a sua proposta original que é simplesmente servir ao povo.

Num cenário familiar, todo e qualquer integrante seja pai, mãe, padrasto, madrasta deveria estar aberto a desenvolver o seu próprio ego para ser um pai melhor, uma mãe melhor. Num cenário profissional, um gestor de uma empresa deveria estar aberto a desenvolver suas sombras e luzes para gerir uma empresa com inteligência emocional cada vez melhor

Diante disso, como trabalhar isso? Como desconstruir algo que foi construído ao longo dos anos e anos e que muitas vezes foi gerado um reforço “positivo” daquilo que o ego entende como reconhecimento?

Diante do exposto, percebo o quanto a ferramenta de inteligência emocional chamada Eneagrama pode achar cada pessoa individualmente a se transformar em sua própria experiencia. Através de um estudo profundo da identificação da personalidade pela luz de 9 possíveis tipos e combinações desses 9 tipos juntos, cada pessoa vai vivenciando experiencias únicas, singulares e transformadoras de identificar seu próprio ego e trazer luz para as sombras desse ego.

Então vamos aos 9 pecados citados no título:

  • Ira
  • Orgulho
  • Vaidade
  • Inveja
  • Avareza
  • Medo
  • Gula
  • Luxuria
  • Preguiça

Todos nós desenvolvemos algum desses 9 aspectos dentro de nós. Eu me inclui nisso. Uma das maiores inverdades contadas para cada um desde criança foi que luz e sombra estão fora de nós. Na verdade, estão dentro de nós!

  • A Ira é definida aqui como uma raiva, uma explosão de emoção que ora pode ser contida pela pessoa fora de casa e ora pode ser desproporcional e exagerada, podendo afastar pessoas querida da mesma que a acessa;
  • O orgulho é definido aqui como a não humildade de receber ajuda e de pedir essa ajuda;
  • A vaidade aqui é definida como o desejo no coração de ser reconhecido pelo seu esforço. É a superficialidade do objeto que pode ser corpo, imagem, instituição ou pessoa;
  • A inveja é aqui definida como o movimento que passa pelo coração de se comparar aos demais em relação a tudo e a todos. Isso gera uma necessidade de “ser diferente” dos demais, gerando muita angústia, dor e melancolia;
  • A avareza é aqui definida como o movimento que de ser minimalista, ou seja, precisar do mínimo de itens possíveis para sobreviver. Exemplo disso: tenho 7 dias na semana, então posso ter 7 cuecas apenas. Vem a pergunta a si: para que mais do que isso?;
  • O medo é aqui definida como a ansiedade e a angústia que gera a paralisação e não ação. Em tempos de covid-19, todos nós acessamos isso em mais graus ou menos graus;
  • A gula é aqui definida como o movimento de querer sempre o mais do mesmo, a busca do prazer que pode ser o prazer da comida, da bebida, do sexo, do filme, do documentário do canal de seriado, não se importando com mais nada nem ninguém;
  • A luxuria é aqui definida como querer fazer o que quiser, do jeito que quiser e na hora que quiser! Sem limites nenhum. É quebrar um retrovisor de carro por exemplo quando esse está atrapalhando a passagem do motoqueiro na rua por exemplo e sair disparado no meio da rua. É querer comer, beber, fazer sexo na intensidade e quantidade que der na telha;
  • A preguiça é aqui definida como o esquecimento de si. A neutralização em detrimento de evitar conflitos ou confrontos pessoais diretos em alguma parte de nossa vida seja ela afetiva, profissional, familiar ou pessoal;

Vale dizer que aqui cada um está ainda muito resumido, podendo e precisando ser aprofundado ainda mais. Esses 9 pecados foram subtraídos 2 que a própria igreja a retirou para si por interesses próprios no período da idade média – época trevosa de nossa sociedade – que foi o medo e a vaidade durante os séculos V e XV durante quase 1000 anos.

O medo foi a mola mestra da manipulação. Através do medo, eu consigo gerar paralisia, estagnação, enquadramento do indivíduo com crenças limitantes. E a vaidade, do termo em latim que vem de Vanitas, que quer dizer algo superficial, um aspecto de ser reconhecido por algo sem profundidade.

A igreja também se apropriou disso para si para obter muitas doações ao longo dos séculos e reconhecer os doadores das catedrais, igrejas, doações de terrenos, doando espaços para serem pintados nas igrejas com simbologias, desenhos não necessariamente “cristãos” e dando benefícios aos doadores de ofertas para receberem a permissão poderem por exemplo ser enterrados na catedral. Esses fatos foram extraídos da catedral metropolitana de Salvador construída no século XVI, sendo uma das mais antigas do Brasil.

Esse desejo sincero de trazer luz para as sombras numa caminhada autentica e legítima podem trazer ganhos em diversas áreas na vida da pessoa. Tudo começa com uma entrevista feita por um profissional qualificado na área para te orientar e mostrar caminhos possíveis de si.

Esse auto diálogo identifica os aspectos positivos e negativos do eu e através de uma conversa franca, essa leitura por si só já ajuda a trazer uma tomada de consciência a respeito. Cada um que possua um desejo sincero em seu coração, com a leitura, a busca em materiais verdadeiramente que tragam o autoconhecimento, poderão vivenciar suas melhores fases de tomada de consciência.

E esse autoconhecimento trará libertação de movimentos inconscientes do próprio ego. Trazendo aquele exemplo daquele rapaz focado em trabalho, ele pode a partir de uma tomada de consciência verdadeira e legítima, entender que pode focar e trabalhar duro, mas que o foco não é o reconhecimento e sim uma consequência. Que ele é muito mais do que gera de resultado. Que ele pode equilibrar o tempo dele ao longo do dia entre casa, relação e trabalho e não apenas no excesso de trabalho como o ego quer que ele fique aprisionado.

Converse conosco e marque sua entrevista nesse mundo de autoconhecimento e esteja aberto a trazer luz ao seu próprio ego e sua vida florescerá cada vez mais na relação afetiva, profissional, financeira, autoestima e até mesmo espiritual.