dias…

São dias novos esses em que me ensaio nova também. Mas, não menos intensos, nem menos corridos, isso de ir finalizando aos poucos é diferente de acabar e pronto. Ir aos poucos é seguir fazendo o que se faz, entendo que tem um fim e acabar de uma vez é fazer o fim no agora. 

Ir se despedindo daquilo que pelos últimos anos dediquei parte da vida é ir abrindo mão do que em algum momento acreditei que seria para sempre, “sem saber, que o pra sempre acaba”. Mas, nesta segunda no Arte onde Estiver, conversando com Vagner, Nat e Geni lembrei “que nada vai conseguir mudar, o que ficou”pois lembro de tudo, das falas e expressões e das minhas próprias emoções e decantação após cada encontro. Sou gratidão e alegria.

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