Mais um passo

O bom do fim é que ele é repleto de começos e libertações. Faz um tempo venho neste exercício de desapego, porque já sabia que a vida estava pronta para me exigir tomadas de decisões e escolhas norteadoras de vida, da minha e naturalmente do que precisa de mim para acontecer pelas bandas daqui.

O exercício de soltar não é fácil, mas é incrivelmente libertador, e a percepção de que a única aprisionada e agora em processo de reabilitação social era/ sou eu. E isso fortalece meu pensamento de que tudo é a partir da gente. Dentro de uma relação, o outro só faz com a gente o que autorizamos, mas fomos programades a pensar que precisa de alguém autorizar. Também para ter a quem culpar, talvez. Não sei. Eu cada vez mais sei que nada sei.

Assim, no caminho das liberdade física, mentais e espirituais vamos seguindo o fluxo do existir juntes, pois só sabemos assim. Boa toada para todes nós!

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