Três é melhor!

Olá, povo!

Como estão todos?

Até que enfim as coisas parecerem, de fato, estar entrando nos eixos, e a vida normal está cada dia mais próxima. Hoje, é até raro saber que alguém pegou Covid! As noticias são de vacinação, de diminuição de índices de infecção e de morte. As restrições estão sendo flexibilizadas em larga escala, quase não existem mais. Que bom que estamos vivos para presenciar esse momento! Viva à vacina! Viva à ciência! Viva o SUS!

Conforme o prometido, hoje a coluna vai trazer comentários sobre três filmes!

Primeiro trago a vcs a dobradinha polêmica lançada pela Amazon Prime, que nos relata o assassinato do casal Von Richthofen na versão de Suzane e de Daniel Cravinhos.

Em “A Menina que Matou os Pais”, Daniel Cravinhos conta sua história do relacionamento com Suzane Von Richthofen e o convívio com a família dela, e nos trás a sua versão de como aconteceu o assassinato dos pais dela na fatídica noite de 31 de outubro de 2002.

Pelos relatos de Daniel, Suzane nunca foi uma boa menina, inocente, subserviente aos pais. Ela sempre fez o que quis, burlando o rigor da criação de seus pais, como a maioria dos adolescentes faz, mas com aceso a muito dinheiro. Ele, como seu namorado, tentava ajudá-la a se libertar de seus pai, mas pelas vias corretas e tentando frear a rebeldia da moça, que o dominava completamente. E que ele fazia tudo por amor e para protegê-la. Ela arquitetou todo o plano para matar os pais e participou de todo o acontecimento, exceto do assassinato propriamente dito, que fora executado por ele e pelo seu irmão, Christian Cravinhos.

Em “O Menino que Matou Meus Pais”, a versão de Suzane, ela conta que era uma menina feliz, ingênua, inocente e obediente, que tinha uma relação harmônica com seus pais, que não queriam que ela mantivesse seu namoro com Daniel, por ele só ter interesse no dinheiro da família. Relata que Daniel a botou no mal caminho, fazendo-a usar drogas e forçando-a a transar com ele para provar o seu amor. Que a explorava financeiramente para que proporcionasse o que ele desejava, e que a induziu a participar do assassinato de seus pais, que ele mesmo planejou e executou em companhia de seu irmão, para que eles pudessem ficar juntos, casar e viver com a grana da herança sem a interferência dos pais dela em suas vidas.

Adoro filmes baseados em fatos reais, e adoro ouvir a versão dos condenados. Assistam e tirem suas conclusões.

O terceiro filme de hoje é “Filhos do Ódio”, também baseado em fatos reais, disponível na Netflix. Um filme revoltante, mas lindo e que nos dá esperança, que fala sobre a segregação racial nos EUA, sobretudo no Alabama. Filhos do Ódio conta a história de Bob Zellner (Lucas Till), um rapaz branco, de família classe média alta, aluno exemplar, neto de um dos lideres da KKK (Ku Klus Klan), criado para odiar negros, mas que não via diferença de cor entre as pessoas.

Zellner desafiou todas as barreiras e seu avô, para lutar pelo direito dos negros na década de 60.

Filhos do Ódio é um desses filmes que nos aquece o coração e no dá esperança na humanidade. Vejam!

Até dezembro, queridos.

Cuidem-se!

Forte abraço!

Janaina Alencar.

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