Hoje, o que é de hoje

“A Carta do Dia” é uma coletânea de textos curtos com mensagens de minha autoria, publicadas diariamente no Caderno Buchicho do Jornal o Povo, entre os anos de 2003 e 2015. Nesses tempos de isolamento e novas escritas, as gavetas da memória abriram e deu vontade de rever e compartilhar com #lugarartevistas esses anos de afetos e muita gratidão, graças a escrita… #acartadodia

Para que esquentar a cabeça com coisas que não se pode resolver exatamente agora e do jeito que se quer? Todo problema tem uma solução que aparece sempre, dentro do seu tempo e ritmo. O que precisamos é aprender a confiar e relaxar para sentir o desenrolar das situações de forma menos estressada, complicada, mais confiante. Quando o stress domina e a pessoa saí do seu centramento, tornam-se maiores as chances de meter os pés pelas mãos, fazer besteira, dizer o que não deve, de discutir, alimentar mais a ansiedade. E com isso tornar-se mais vulnerável a atrair outras complicações, tipo doenças, negatividade e entrar no baixo astral. Quando não compreendemos a nós mesmos, tendemos ao mesmo comportamento com os outros. Diante dos desafios da vida é importante também o auto-respeito, mais tolerância, ser humilde, sem impor-se julgamentos nem culpas, aprender a se perdoar antes de qualquer coisa e jamais esquecer de cuidar de si, das próprias emoções e sentimentos. Boas saídas podem estar também nas coisas simples, na leveza que leva a certeza de que tudo começa e acaba dento de nós.

A CARTA DO DIA, 23/11/14

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