Só me resta propor poesia

Por Barbara Matias

Não me vejam como uma sujeita preguiçosa. Se eu fosse uma criança brincando eu ia gritar “piiiiiiiiiiiiiiinico”.

Só que não é mais brincadeira.

Esquecer-se de brincar é como morrer.

Estou exausta, eu sou dengosa e não é porque o mundo está assim que devo esquecer de me dengar. Se dengo fosse um signo a minha lua estava lá e o sol na rede. Porque a rede também seria um signo. 

Voltando a palavrinha: Exausta, pegue e faça um funk: Exá,exá, exaustaaaa. Exá, exá no rabetãoo, rabetão, rabetão. Bebebetão…. hahhaha

– penso alto:Não posso nem reclamar.

 A vizinha enquanto varria a calçada gritou para os curumins que brigavam dentro de casa para eleger um canal de televisão. Estou acabado, parem de chamar meu nome F……… morreu (Se referindo a ela).

Ótima tática: Barbara morreu, eu me mato quando quero, só de pinico, sabe!

Recebi um áudio de um mano pós-doutor em artes, das artes, das artes: Babis estou exaurido.

Exaurido????

é o estado F….. morreu chique. 

Eu tinha um namoradinho na adolescência que ele dizia: Gatinha temos que aprender a ficar “pexe”, tranquilo, fresco. Ai que saudade de nadar.

Dentro da gente tem água. A gente esquece-se da parte bonita.

No meu próximo casamento, vou me separar num ato de alegria. 

Imagem de Jamal.

Fim, dia 26 faço 28 anos, eu gosto de presente. Se até lá houver impeachment do genocida me sinto presenteada.

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