Te dedico

Por Barbara L. Matias (Flecha Lançada)

Te dedico um abraço forte, não há tempo para meios abraços. 

É  i. n. t. e. IRO. 

Ontem não deixei a cabeça voar, fui lavar a louça e quebrei dois pratos.

É preciso se integrar, principalmente com a terra, água e toda a magia que tá no universo, mas, também dentro da gente.

Mora um rio entre meus seios. E mora um rio, a dois quilômetros da minha casa. 

M O R A UM RIO ENTRE MEUS SEIOS. E M O R A UM RIO, A 2 KM D A M I N H A C A S A

E S S A Á G U A É S O B R E M E R G U L H O!

Imagem de Jamal.

Eu queria sugerir para você que converse com o  S I L Ê N C I O  e peça para sonhar. É assim que fazemos, sonhamos também com os olhos fechados. Se o sonho é vivo, enquanto vivemos, para olhos abertos e fechados há sonhos. Sonhar é deixar a raiz dos cabelos da cabeça dançar e fazer tranças entre milhões de fios. Amarrar memorias que carregamos.

Sonhar e criar é um moinho de produzir suor que nos encaminha as V E R E D A S.

O que mais sabemos é fazer veredas.

Por hoje é só. 

Antes faz chá, se banhe, arme uma rede. Pelada, beba chá. Deite teu corpo na rede.

E boa busca de veredas. Lembre-se essa água é sobre mergulhar.  AWETÉ!

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